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Quem é Debora Diniz, a questionável entrevistada no “Fantástico” sobre aborto?

Fantástico
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Programa apresentou matéria tendenciosa a favor do extermínio de bebês com base em manipulações e pseudociência

Reproduzimos, a seguir, texto divulgado pelo Pe. Silvio Roberto, diretor da Casa Pró-Vida Mãe Imaculada, a respeito de reportagem unilateral veiculada pela televisão aberta, neste domingo, sobre o aborto e sua suposta realidade atual no Brasil.

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Em preparação para a votação sobre o aborto em caso de crianças com microcefalia, no STF, o programa Fantástico, da TV Globo, já apresentou mais uma de suas reportagens tendenciosas para “dar uma forcinha” aos ministros e aos proponentes da ação, com o objetivo de legalizar um crime bárbaro.

Mas quem é a antropóloga Débora Diniz, que teve todo o espaço em rede nacional sem que ninguém tivesse tempo para apresentar outro ponto de vista sobre o assunto?

O movimento pró-aborto, é preciso admitir, tem táticas bem organizadas na tentativa de levar a opinião pública a aceitar um ato tão maldoso como é um aborto, ou seja, o massacre de um ser inocente no ventre materno. Uma destas estratégias é promover o feminismo e, dentro do feminismo, dois diferentes ramos: de um lado, o feminismo radical, que tira a roupa e faz atos obscenos; de outro, o feminismo dito “culto”, que fala manso e apresenta teses “científicas”. Débora Diniz faz parte deste último grupo.

Ela é uma velha conhecida dos pró-vidas. Uma militante insaciável pela legalização do aborto. Suas pesquisas são tendenciosas nesta linha e partem do princípio de que a sua ideologia está certa: ou seja, que matar um bebê em gestação é um direito (sic) que deve ser não somente aceito, mas custeado por toda a sociedade.

Débora Diniz já traz no currículo, e na consciência, a morte de várias crianças com anencefalia, pois foi ela quem deu entrada, no Supremo, em 2004, com a ADPF 54, que resultou na legalização do aborto de crianças com esta síndrome, quando ela era a presidente da ONG ANIS. Esta ONG faz parte do Consórcio Latino Americano contra o Aborto Inseguro (CLACAI), um conglomerado de 13 países da região, formado por “provedores de abortos” (sic), grupos de pesquisadores e organizações feministas, com a finalidade de estruturar o organismo e planejar ações para aumentar o acesso ao aborto por meio de medicamentos na região.

Assim que irrompeu no país a calamidade do zika vírus e da microcefalia, Débora Diniz viu a oportunidade perfeita para novamente atacar, promovendo o aborto via STF. Em suas próprias palavras: “Somos uma organização que já fez isso antes. E conseguiu. Estamos plenamente inspiradas para repetir (…)”

Mas Débora Diniz não trabalha sozinha. Ela foi bolsista patrocinada financeiramente pela poderosa (leia-se milionária!) Fundação MacArthur, uma das grandes financiadoras do aborto no mundo, que trabalha para “promover a discussão e demonstrar, com base em julgamentos anteriores, que se podem obter decisões da justiça para interromper a gravidez no caso de sérias anomalias do feto” e que “tem ajudado a liderar um movimento feminista nacional debatendo sobre ética e tecnologia reprodutiva e aborto”. Também a Fundação Ford, outra multimilionária promotora do aborto no mundo, financiou seus materiais em áudio e vídeo.

Débora Diniz tem seu nome na lista das pessoas que apresentaram pareceres críticos ao Ministério da Educação, na área de Direitos Humanos, na segunda proposta para a Base Curricular de Educação. Com isto podemos imaginar para onde caminha o tema “aborto” em nossa base curricular…

Por fim, esta senhora não é somente uma velha conhecida dos pró-vidas do Brasil, mas também sua perseguidora: em 2005, ela conseguiu de um tribunal de Brasília a estranha condenação do Pe. Luiz Carlos Lodi, um eminente pró-vida deste país, pelo fato deste ter usado o termo “abortista” para defini-la. Faltou ao tribunal dizer qual é o termo correto para definir quem promove e procura a todo custo promover o aborto no Brasil.

Como vemos, o Fantástico buscou uma pessoa bem “isenta” para falar da temática do aborto. O “show da vida” se rebatizou, neste domingo, de show da morte.

Pe. Silvio Roberto
Diretor da Casa Pró-Vida Mãe Imaculada

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