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Arqueólogos descobrem uma cidade grega perdida de 2.500 anos

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Até agora, a cidade tinha passado despercebida porque era considerada “sem importância”

 

A cidade, praticamente desconhecida até agora, chama-se Vlochós. Está a aproximadamente 300 quilômetros de Atenas, situada sobre e ao redor do Monte Strongilovoúni, nas planícies de Tessália. Embora sempre soubessem de sua existência, até agora não tinham prestado muita atenção à cidade, porque ela era considerada “um enclave sem importância do mundo antigo”, como vemos no artigo escrito por Marya G. Nieto notar El País, de Espanha.

Mas uma série de descobertas feitas por uma equipe de arqueólogos da Universidade de Gotemburgo está mudando a apreciação que, até agora, se tinha de Vlochós. Entre eles, a descoberta de uma praça de uma cidade no topo da colina, o formato de um traçado de rua e os restos de uma muralha que delimita uma área de mais de quarenta hectares.

Um membro da equipe de pesquisa, Robin Rönnlund, explica que na colina foi encontrado restos de torres, muros e portões ainda à espera de serem descobertos. A abundância de restos é realmente excepcional.

Muitas das descobertas também incluem fragmentos de cerâmica e moedas de aproximadamente 500 anos a.C., embora aparentemente – explica Rönnlund – a cidade tenha atingido o seu auge por volta do ano 400 da era atual, e, possivelmente, teria sido abandonada após a conquista romana de Tessália.

Embora estes achados não mudem radicalmente a história, mostra uma nova luz sobre uma área que, até então, não era considerada nem rica nem importante no mundo antigo.

 

 

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