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Câmera flagra abortista: “Não podemos dar à luz um bebê vivo (risos)”

Pixabay - CC0

Aleteia Brasil - publicado em 31/03/17

As gravações registraram "negociações" para um aborto - nada menos que no 6º mês de gestação

Localizado no Estado norte-americano do Novo México, o verdadeiro campo de extermínio de bebês chamado Southwestern Women’s Options (ou seja, Opções para as Mulheres do Sudoeste dos Estados Unidos, nome ao gosto da ideologia homicida que chama o aborto de “opção” e até mesmo de “direito”) é um lucrativo negócio especializado em assassinar crianças inclusive em fases avançadas da gestação, como o sexto mês.

Uma gravação com câmera escondida, realizada pelo grupo de defesa da vida Live Action (“Ação pela Vida”), captou as instruções que são dadas às gestantes-clientes – incluindo o revelador conselho “Não olhe para baixo“. São impactantes a frieza e o cinismo com que as “profissionais” do aborto respondem às perguntas que lhes são feitas – e fogem de respostas “inconvenientes” ao seu negócio.

Diálogos da cultura do descarte

O vídeo completo, compartilhado logo abaixo, está em inglês. Transcrevemos a seguir alguns dos momentos mais significativos, apontando os minutos e segundos do vídeo em que essas declarações acontecem:

Minuto 00:31

Recepcionista, explicando que o procedimento dura uma semana – Serão 8.000 dólares. Ainda está sentada na cadeira? [Risos] Para cada semana a mais, serão outros 1.000 dólares.

Minuto 00:57

Conselheira – Você está de 27 semanas, grávida de 6 meses.

Minuto 01:06

Conselheira – Sim, está desenvolvido. Em termos de sobrevivência, teria dificuldades e precisaria da ajuda de uma incubadora. Passaria algum tempo no hospital antes que você pudesse levá-lo para casa.

Minuto 01:37

Abortista (Dra. Carmen Landau, bolsa de estudos em Cuba) – O primeiro dia. Damos um tiro para que o seu coração pare de bater, ok?

Minuto 02:06

Conselheira – (A agulha para sugar o cérebro e facilitar a saída do bebê) vai ser inserida na base do crânio.

Mãe – Ele vai sentir alguma coisa?

Nesse momento, a equipe do Live Action sobrepõe ao vídeo um texto para explicar que, na 20ª semana, o desenvolvimento do bebê já lhe permite, sim, sentir dor.

Conselheira – Eh, quer dizer, eu não estou… não tenho certeza. Hum… Seria, bom… Acho que não… Não sei se ele está suficientemente desenvolvido para sentir… Talvez… Isso incomoda você?

Mãe – Sim, um pouco, eu acho. E você?

Conselheira – (risos) Ah, bom… Eu acho que é… eh… é necessário para o processo, e, no fim das contas… eh… É a maneira mais segura e mais humana para fazer isso. Porque… eh… não podemos dar à luz uma criança… viva (risos).

Mãe – Ou seja, é como ter um filho… mas o bebê está morto.

Conselheira – Um “stillborn“.

Mãe – O que é um “stillborn“?

Conselheira – “Stillborn” é uma criança morta.

Minuto 03.10

Mãe (para a abortista) – Você já fez isso antes com pessoas na minha minha si(tuação)?

Abortista – Sim, muitas vezes.

Mãe – Já fez muitas vezes…

Abortista – Sim.

Mãe – Ok.

Abortista – Sim, sim. As pessoas vêm de todo o país e de todo o mundo à nossa clínica, porque, na maioria dos locais, não se pode fazer um aborto com mais de 24 semanas. Então temos muitas pessoas que já estão realmente bem avançadas na gravidez. As leis do Novo México não impõem muitos problemas.

O vídeo

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=uCX-tLqETpk&w=853&h=480]

Máscaras – que uma hora caem

Esta é uma das facetas reais, mas escondidas, do tão alardeado “direito reprodutivo” que a indústria da morte quer vender sob o disfarce de “emancipação feminina” e outros eufemismos indignantes. E “vender”, no caso, é literalmente vender. Com grande lucro, aliás.

O que essas “profissionais” não contam é o verdadeiro drama que começa depois do aborto. Uma noção do que sente a mulher que abortou, quando se dá conta do que realmente fez, pode ser vislumbrada neste artigo.

E o depoimento de enfermeiras que se arrependeram de ter trabalhado em clínicas abortistas reforça o terror que não é possível abstrair quando se tem um mínimo de consciência ainda viva. Confira o depoimento da enfermeira Marianne Anderson: A pior coisa que fiz na vida foi trabalhar em uma clínica de abortos.

Tags:
AbortoBebêsCultura do descarte
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