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Menina de 2 anos dá uma lição contra o preconceito

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Ela quis que seus pais comprassem uma boneca de pele negra e rebateu comentários racistas da vendedora

Ela tem só 2 aninhos, mas pensa como deveriam pensar muitos adultos.

Sophia, uma garotinha americana, aceitou o desafio proposto pelos pais: se ela abandonasse as fraldas por um mês, poderia escolher o brinquedo que quisesse como prêmio. E ela conseguiu!

Por isso, a mãe, Brandi Benner, levou a garota à loja para comprar o prêmio prometido. Apaixonada pela Medicina, a menininha logo escolheu uma boneca que vestia avental branco. Detalhe: a boneca tinha pele negra e Sophia é branca.

No Instagram, Brandi conta que estava tudo certo com escolha da menina. Mas, ao chegarem ao caixa, uma vendedora se aproximou e perguntou se Sophia estava indo para alguma festa, dando a entender que daria o brinquedo de presente para alguma amiguinha. A mãe, porém, explicou que a boneca era para ela mesmo e contou a história do prêmio.  A vendedora, então, perguntou: “Tem certeza que essa é a boneca que você quer, querida?”, tentando empurrar outra boneca para a garota.

Sophia, respondeu: “Sim, por favor quero esta!” E a caixa retrucou: “Mas ela não se parece com você. Temos muitas outras que se parecem mais com você.”

A mãe disse que já estava ficando com raiva, quando a menina respondeu à altura: “Sim, ela se parece comigo. Ela é médica e eu também sou médica, eu sou uma garota bonita e ela também é uma garota bonita. Veja, que lindo o cabelo dela! E o estetoscópio!

Contra a esperteza e a sabedoria da garota, a vendedora já não tinha mais argumentos e finalizou a conversa, elogiando a menina.

A mãe conta que ficou orgulhosa da filha: “Essa experiência só confirmou a minha crença de que não nascemos com a ideia de que a cor da pele importa. A pele vem em diferentes cores, como o cabelo e os olhos, e cada tom tem a sua beleza”, concluiu.

Brandi resolveu compartilhar a história através da rede socia e a publicação viralizou na internet. Todos estão encantados com a lição contra o preconceito dada pela menininha.

Leia também : Garoto branco quis cortar o cabelo para ficar igual ao amigo negro e enganar a professora 

 

Nick and I told Sophia that after 1 whole month of going poop on the potty, she could pick out a special prize at Target. She, of course, picked a new doll. The obsession is real. While we were checking out, the cashier asked Sophia if she was going to a birthday party. We both gave her a blank stare. She then pointed to the doll and asked Sophia if she picked her out for a friend. Sophia continued to stare blankly and I let the cashier know that she was a prize for Sophia being fully potty trained. The woman gave me a puzzled look and turned to Sophia and asked, "Are you sure this is the doll you want, honey?" Sophia finally found her voice and said, "Yes, please!" The cashier replied, "But she doesn't look like you. We have lots of other dolls that look more like you." I immediately became angry, but before I could say anything, Sophia responded with, "Yes, she does. She's a doctor like I'm a doctor. And I'm a pretty girl and she's a pretty girl. See her pretty hair? And see her stethoscope?" Thankfully the cashier decided to drop the issue and just answer, "Oh, that's nice." This experience just confirmed my belief that we aren't born with the idea that color matters. Skin comes in different colors just like hair and eyes and every shade is beautiful. #itswhatsontheinsidethatcounts #allskinisbeautiful #teachlove #teachdiversity #thenextgenerationiswatching

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