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Redação da Aleteia

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Conta do Papa no Twitter ganha 1 milhão de seguidores em menos de 20 dias

PONTIFEX
Shutterstock-Bloomicon
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Número de seguidores do pontífice supera o de Donald Trump

O número de seguidores do Papa Francisco no Twitter seria capaz de lotar 469 estádios com a mesma capacidade do Maracanã. Nada mal! Especialmente para um pastor de 80 anos, que se define como “um tronco” diante do computador.

Nem mesmo Bill Gates, dono de uma fortuna de milhões de dólares e de muito conhecimento técnico nas redes sociais, conseguiu um pódio tranquilo no Twitter. O perfil do fundador da Microsoft supera o do Papa em apenas 700.000 usuários.

E o crescimento não para. Francisco ganhou um milhão de seguidores em menos de 19 dias, segundo informou o blog vaticano Il Sismografo no dia 21 de agosto de 2017.

Ao todo, 37 milhões de pessoas acompanham o pontífice nesta rede social. É como se a população inteira do Canadá neste exato momento parasse para ler, retuitar, dar likes ou enviar um tuíte (mensagem de 140 caracteres).

O número de seguidores do Papa supera até o do presidente dos Estados Unidos, que tem 36,4 milhões de seguidores – a maioria nativos americanos ou moradores de países de língua inglesa.

O Papa tem nove perfis oficiais (@pontifex), com o mesmo conteúdo traduzido para 9 idiomas, inclusive 0 latim. A edição em português tem 2,85 milhões de seguidores. Já a conta em espanhol conta com 13,7 milhões de usuários inscritos.

Os assuntos retratados nas mensagens do Papa dizem respeito aos momentos do calendário litúrgico, além de reflexões sobre temas atuais, orações e reflexões diárias.

Na terceira semana de agosto de 2017, por exemplo, Francisco se referiu aos ataques terroristas na Espanha: “O Espírito doe paz ao mundo inteiro; cure as chagas da guerra e do terrorismo” (@pontifex_pt).

 Comunicação digital sem estratégias

O padre jesuíta Antonio Spadaro, que também é jornalista e escritor, tem uma possível explicação para esse sucesso. Ele diz que “para o Papa Francisco, a comunicação digital não é feita de cabos, terminais e teclados, mas, sim, de pessoas”.

Além disso, a comunicação é uma forma de tocar o outro. “Não se trata de comunicar uma mensagem, mas de tocar fisicamente o outro. Por isso (o Papa Bergoglio) diz que o mundo conectado pelas redes pode, paradoxalmente, estar mais dividido. Isso acontece quando a comunicação não cria unidade”, diz o jesuíta.

Para o padre, as redes sociais são como periferias existenciais. Deste modo, o resultado do “inaudito desenvolvimento das redes digitais” leva também a um “desafio espiritual”: unir as pessoas, não separá-las. Assim, “a internet pode ser entendida como uma periferia existencial, povoada por uma humanidade que busca salvação, esperança”.

Leia também: Papa Francisco, um comunicador para o mundo moderno

Enfim, os três pontos citados acima chancelam o uso quase que cotidiano do Twitter do Papa. São 140 caracteres para lançar mensagens a milhões de pessoas. Gotas de esperança em meio ao frenesi do dia a dia. A navegação sem rumo num oceano de distrações tem uma pausa reconfortante, encontro e apoio tangível na conta do @pontifex

Leia também: O Papa dos tuítes

 

Veja algumas mensagens do Papa no Twitter:

 

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