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Redação da Aleteia

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Deputado processa pastor por zombar da Padroeira do Brasil

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“Vocês sabem do que eu estou falando”, afirmou o pastor

O pastor evangélico Agenor Duque protagonizou na semana passada uma polêmica nacional ao sugerir uma comparação entre uma garrafa de refrigerante e a imagem de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, interpretação que levou a fortes reações tanto de católicos quanto de protestantes que não concordaram com as indiretas zombeteiras.

“Na sua casa, em cima da televisão, tem – não se faça de louco – tem uma deusa ou um santo que é parecido com essa garrafa. Até a cor e o véu [parecem], mas é uma Coca[-Cola]. Calma… Depois vão dizer que estou falando mal de sua santa (…) Ela não pode ajudar nem ela mesma (…) Vocês sabem do que eu estou falando”.

Em vários momentos, ele pede ao público que tire a imagem de cima do altar porque, segundo o pastor, ela não pode fazer nada.

Alguns vídeos contendo trechos da fala de Agenor Duque seguiam disponíveis, até a publicação deste artigo, em alguns canais do YouTube, embora vários outros links já levassem a vídeos retirados do ar.

Com a grande repulsa que as palavras do pastor causaram ao público nas mídias sociais após a divulgação do vídeo em dezenas de sites, o deputado federal Flavinho acionou o Ministério Público de São Paulo contra Agenor Duque. Segundo Flavinho, o pastor feriu o artigo 208 do Código Penal Brasileiro, que aborda os delitos de escarnecer de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso e vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. A pena indicada pelo Código Penal é a detenção de um mês a um ano ou multa.

Ressaltando não ter nada contra os evangélicos, o parlamentar declarou:

“O ato deste pastor configura dois crimes: vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso e racismo”.

O deputado não é o primeiro a reagir publicamente. Ainda na semana passada, um dos sacerdotes católicos mais conhecidos e queridos do Brasil, o padre Zezinho, já havia respondido ao pastor com o texto que Aleteia reproduziu em 18 de agosto e que você pode conferir no link abaixo:

Por que há pastores protestantes que se incomodam tanto com a Mãe de Jesus?

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Com informações do jornal O Povo