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ONU: ansiedade causada por armas nucleares é a mais alta desde a Guerra Fria

Jean-Marc Ferré/UN Geneva CC

Agências de Notícias - publicado em 19/09/17 - atualizado em 19/09/17

A ansiedade global ante o risco representado pelas armas nucleares se encontra no nível mais elevado desde a Guerra Fria, alertou nesta terça-feira o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, em referência aos testes realizados pela Coreia do Norte.

Em seu discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Undias, Guterres afirmou que o uso de armas nucleares é impensável e a ameaça de seu uso deveria ser condenada porque “o medo não é abstrato”.

“Milhões de pessoas vivem sob a sombra gerada pelas provocativos testes nucleares e balísticos na República Popular e Democrática da Coreia”, expressou o diplomata português.

Em um alerta sombrio, Guterres disse que “não podemos caminhar como sonâmbulos para uma guerra”.

Para Guterres, a retórica agressiva pode levar a “mal-entendidos fatais” e, portanto, assinalou que “a solução deve ser política”.

Em seu discurso, o secretário-geral da ONU enumerou várias das ameaças que identifica como as mais graves para a estabilidade mundial.

Nesse sentido, também mencionou a continuidade das violações sistemáticas dos direitos humanos, mencionando explicitamente Mianmar.

Guterres pediu urgência para deter nesse país as violentas ações militares contra integrantes da comunidade muçulmana dos rohingyas, o que provocou uma fuga em massa para Bangladesh.

Também se referiu à “ameaça global do terrorismo”, que continua cobrando um saldo “de morte e devastação”.

Guterres pediu “uma cooperação internacional mais forte, especialmente para dar atenção às raízes da radicalização, incluindo injustiças reais ou percebidas como tais”.

O chefe da ONU alertou igualmente contra o impacto da que a desigualdade econômica tem na estabilidade global.

De acordo com Guterres, “a exclusão tem um preço: frustração, alienação e instabilidade”.

A mudança climática, acrescentou, também “coloca as esperanças em risco”.

Por isso, pediu aos “governos que implementem o histórico Acordo de Paris”.

(AFP)

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