Aleteia logoAleteia logo
Aleteia
Sábado 16 Janeiro |
home iconAtualidade
line break icon

Como a mídia social reage em nossos cérebros

Social Media Against Brain

BI Science | YouTube

Sophia Swinford - publicado em 20/10/17

A mídia social está moldando o cérebro

Aristóteles já afirmava: “o homem é um animal social por natureza”. Não é um mistério que os avanços na tecnologia tenham levado ao advento das mídias sociais, porque os seres humanos estão conectados para implorar a conexão com os outros.

Do ponto de vista científico, o cérebro é o órgão social do corpo; foi o que nos motivou a criar mídias sociais. Hoje em dia, no entanto, as mídias sociais estão moldando nossos cérebros. Mas como?

Muitos estudos apontam para efeitos adversos das mídias sociais no cérebro. Mas, neste vídeo sobre o modo como as mídias sociais afetam nossos cérebros, o Dr. Dan Siegel, professor de psiquiatria da UCLA, entra nos detalhes nítidos e conclui que a mídia social não precisa ser ruim; é o que fazemos com ela que conta.

O risco, diz Siegel, reside na falta de exposição a sinais não verbais. A comunicação via mídia social não inclui o tom de voz, a intensidade da voz, a expressão facial etc. Esses sinais não verbais são processados ​​no hemisfério direito do cérebro, que também está vinculado a funções importantes, como a regulação emocional e a memória autobiográfica.

A mídia social, por outro lado, envolve principalmente o hemisfério esquerdo, o que, curiosamente, também avalia as opiniões dos outros sobre nós. Um dos principais perigos, portanto, é que, se permitimos que as mídias sociais substituam os relacionamentos presenciais, arriscamos a negligenciar certas partes do nosso cérebro e as funções que eles desempenham.

As mídias sociais permitem que muitos busquem conexões com pessoas que não podem ver pessoalmente ou com quem de outra forma ficariam fora de contato, e não há nada prejudicial nisso. Mas é nossa responsabilidade usar as mídias sociais como um complemento à comunicação, e não como sua substituição.

Tags:
ComunicaçãoInternetRedes sociais
Apoiar a Aleteia

Se você está lendo este artigo, é exatamente graças a sua generosidade e a de muitas outras pessoas como você, que tornam possível o projeto de evangelização da Aleteia. Aqui estão alguns números:

  • 20 milhões de usuários no mundo leem a Aleteia.org todos os meses.
  • A Aleteia é publicada em 8 idiomas: Português, Francês, Inglês, Árabe, Italiano, Espanhol, Polonês e Esloveno.
  • Todo mês, nossos leitores acessam mais de 50 milhões de páginas na Aleteia.
  • 4 milhões de pessoas seguem a Aleteia nas redes sociais.
  • A cada mês, nós publicamos 2.450 artigos e cerca de 40 vídeos.
  • Todo esse trabalho é realizado por 60 pessoas que trabalham em tempo integral, além de aproximadamente 400 outros colaboradores (articulistas, jornalistas, tradutores, fotógrafos…).

Como você pode imaginar, por trás desses números há um grande esforço. Precisamos do seu apoio para que possamos continuar oferecendo este serviço de evangelização a todos, independentemente de onde eles moram ou do quanto possam pagar.

Apoie Aleteia a partir de apenas $ 1 - leva apenas um minuto. Obrigado!

Top 10
Aleteia Brasil
Na íntegra: as três partes do Segredo de Fáti...
UNPLANNED
Jaime Septién
Filme contra o aborto arrasa nas bilheterias ...
BABY BAPTISM
Padre Reginaldo Manzotti
Por que é tão importante batizar uma criança?
Deserto de Negev
Francisco Vêneto
Pedra de 1.400 anos com inscrição mariana é e...
KRZYŻYK NA CZOLE
Beatriz Camargo
60 nomes de bebês que carregam mensagens pode...
Reportagem local
Papa Francisco: cuidado com os cristãos que s...
POPE JOHN PAUL II
Philip Kosloski
"Não tenhais medo": a frase mais usada por Sã...
Ver mais
Boletim
Receba Aleteia todo dia