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Uma católica, um protestante e um terço

Marko Vombergar-ALETEIA
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Idosa perde seu terço na casa de protestante e, ao tentar zombar dela, ele ficou sem palavras com sua resposta

Havia uma senhora muito simples que vendia verdura na vizinhança. Certo dia, Tia Joana, conhecida por toda a vizinhança, foi vender suas verduras na casa de um protestante e perdeu o terço no jardim dele.

Passados alguns dias, Joana voltou novamente àquela casa. O protestante veio logo zombar de Tia Joana dizendo: “Você perdeu seu Deus?”… Ela humildemente respondeu: “Eu? Perder o meu Deus?? Nunca!!”…

O Protestante pegou então o terço e disse: “Não é este o seu Deus?”… Tia Joana Respondeu: “Graças a Deus o senhor encontrou meu terço, muito obrigada”… Então disse o protestante: “Por que você não troca este cordão com sementinha pela bíblia?”.

Tia Joana respondeu-lhe: “Por que eu não sei ler, e com o terço eu medito toda a Palavra de Deus e a guardo no coração”…

O Protestante insiste: “Medita a palavra de Deus? Como assim? Poderia me dizer?…

Tia Joana, pegando o terço, respondeu: “posso sim, quando pego na cruz lembro-me que o filho de Deus deu todo o seu sangue na cruz para salvar a humanidade. Esta primeira contra grossa me lembra que há um só Deus onipotente. Estas três contas pequenas me lembram das três pessoas da Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espirito Santo”.

E continuou: “Esta conta grossa me faz lembrar da oração que o Senhor mesmo nos ensinou, que é o Pai Nosso. O terço tem cinco mistérios que fazem as cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo cravado na Cruz e a cada mistério tem dez aves Marias que me fazem lembrar-me dos dez mandamentos que o Senhor mesmo escreveu nas tábuas de Moisés. O Rosário de Nossa Senhora tem quinze mistérios que são: cinco Gozosos, cinco Dolorosos e cinco Gloriosos”.

A idosa concluiu: “De manhã, quando me levanto para iniciar a luta do dia, eu rezo os gozosos, lembrando-me do humilde lar de Maria de Nazaré. No meio-dia, no meu cansaço e fadiga do trabalho, rezo os dolorosos, a dura caminhada de Jesus até o calvário. Quando chega o fim do dia, com as lutas vencidas, eu rezo os gloriosos, que me fazem lembrar que Jesus venceu a morte para dar a salvação”.

E perguntou ao homem: “E agora me diga: onde esta a idolatria?”.

O protestante, depois de ouvir tudo isso, disse: “EU NÃO SABIA DISSO! ENSINE-ME TIA JOANA, A REZAR O TERÇO!”.

 

(*Testemunho verídico enviado por A.R.S, Esperança – PB. Transcrito do Informativo “Ecos de Fátima”, nº 14 , janeiro de 1998. Via Front Católico)

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