Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

Hoje faz 17 anos que o Papa Francisco foi tornado cardeal

Papa João Paulo II e Cardeal Bergoglio
ACI Digital
Compartilhar

Confira o que São João Paulo II declarou naquele dia 21 de fevereiro de 2001

21 de fevereiro de 2001: há 17 anos, São João Paulo II criava cardeal o então arcebispo de Buenos Aires, dom Jorge Mario Bergoglio. Ele era um dos 43 membros do primeiro grupo de novos cardeais do terceiro milênio!

Passaram-se alguns anos.

Chegou um dia em que aquele cardeal argentino, agora já eleito Papa sob o nome de Francisco, beatificou o Papa que o havia nomeado cardeal!

Em 27 de abril de 2014, o Papa Francisco canonizou João Paulo II – e, na mesma cerimônia, canonizou também o Papa João XXIII. Foi uma celebração histórica sem precedentes: na mesma cerimônia, a impactante “presença” de quatro pontífices: os dois novos santos (São João XXIII e São João Paulo II), o Papa atual (Francisco) e o Papa Emérito (Bento XVI), que também participava da celebração!

Mas voltemos àquele 21 de fevereiro de 2001. Naquele dia, São João Paulo II declarou aos “primeiros cardeais criados neste novo milênio”:

“O mundo está se tornando cada vez mais complexo e mutável. A consciência viva de discrepâncias existentes gera ou aumenta as contradições e os desequilíbrios. O enorme potencial do progresso científico e técnico, assim como o fenômeno da globalização, que ampliam continuamente novas áreas, nos exigem estar abertos ao diálogo com toda pessoa e com toda instância social a fim de dar a todos uma razão da esperança que trazemos no coração.

A fim de responder adequadamente às novas tarefas, é necessário cultivar uma comunhão cada vez mais íntima com o Senhor. A própria cor púrpura das vossas vestes vos recorda essa urgência. Essa cor não é o símbolo do amor apaixonado a Cristo? Nesse vermelho rutilante não está o fogo ardente do amor à Igreja que deve igualmente alimentar em vós a disponibilidade, se necessário, de dar o testemunho supremo do sangue?

Ao contemplá-los, o povo de Deus deve poder encontrar um ponto de referência concreto e luminoso que o estimule a ser verdadeiramente luz do mundo e sal da terra”.

_______

A partir de ACI Digital