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Revista questiona “trabalho (quase) gratuito” de religiosas em instituições católicas

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Shutterstock-Anneka
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Artigo denuncia situações de desrespeito às consagradas

A edição de março da ‘Igreja Mulheres Mundo’, suplemento mensal do jornal do Vaticano, denuncia casos de trabalho “gratuito ou mal pago” e “pouco reconhecido” de religiosas em instituições católicas.

O artigo, disponível online, apresenta uma entrevista a uma consagrada de origem africana, que trabalha em Roma, sob o pseudónimo de ‘Maria’, que acolhe na capital italiana religiosas de diferentes partes do mundo.

O testemunho realça que muitas destas religiosas raramente são convidadas a sentar-se nas mesas que servem.

“Um eclesiástico acha que pode ter uma refeição servida por uma irmã e depois deixá-la a comer sozinha na cozinha, depois de ser servido? É normal, para um consagrado, ser servido desta forma por uma outra consagrada?”, questiona.

Segundo a entrevistada, algumas religiosas “servem em casas de bispos ou cardeais, outras trabalham na cozinha de estruturas da Igreja ou desempenham missões de catequese e ensino”.

“Algumas delas, ao serviço de homens da Igreja, levantam-se de madrugada para preparar o pequeno-almoço e só se deitam depois de o jantar estar servido, a casa arrumada, as roupas lavadas e engomadas… Para este tipo de ‘serviço’ não existe um horário preciso e regulamentado, como há para os leigos, e a retribuição é aleatória, muitas vezes bastante modesta”, assinala este testemunho.

O artigo intitulado ‘O trabalho (quase) gratuito das irmãs’ fala num sentimento de “ambiguidade e, muitas vezes, de grande injustiça”.

edição de março é dedicada ao tema ‘Mulheres e Trabalho’.

(Agência Ecclesia)