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7 dúvidas frequentes sobre a imposição do escapulário

escapulário
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Perdi meu escapulário: é preciso fazer a imposição de novo? Quem pode fazer a imposição? Qualquer "modelo" de escapulário pode ser usado?

Todos os católicos, a partir do batismo, podem receber o escapulário de Nossa Senhora do Carmo, mas ele precisa ser devidamente benzido e imposto por um sacerdote ou diácono.

A imposição do escapulário costuma levantar várias perguntas e dúvidas entre os católicos. Algumas das mais frequentes, com suas devidas respostas, são as seguintes.

1 – Qualquer padre pode fazer a imposição do escapulário?

Sim. Antes do Concílio Vaticano II, era necessário que a imposição fosse feita por um sacerdote delegado pela Ordem dos Carmelitas ou por um sacerdote não carmelita que tivesse a devida aprovação eclesiástica, mas, atualmente, o ritual aprovado pela Congregação para o Culto Divino informa que “têm a faculdade de benzer o Escapulário os sacerdotes e os diáconos; além disso, outras pessoas autorizadas podem também fazer a sua imposição” (um caso, por exemplo, é o dos soldados em campo de batalha, que, se não dispuserem da presença de um sacerdote, podem realizar eles mesmos a imposição do escapulário).

2 – Imposição e bênção: não é a mesma coisa?

Não: existe a bênção e existe a imposição, que são diferentes – e ambas são necessárias. O Rito de Bênção e Imposição do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, que apresentamos ao final deste artigo, já inclui as duas, conforme diz o próprio nome do rito. No entanto, depois que uma pessoa já recebeu a imposição conforme o rito aprovado, ela pode voltar a receber a bênção sem precisar voltar a receber a imposição. Isto ocorre, por exemplo, caso ela venha a perder o escapulário e passe a usar outro: não é necessário receber novamente a imposição, mas, se a pessoa desejar, poderá pedir que um sacerdote dê a bênção ao novo escapulário.

3 – Ah, então eu não preciso pedir outra imposição do escapulário se eu o perder ou ele se deteriorar?

Não, não precisa. A imposição recebida uma vez vale para sempre, porque se aplica à pessoa e não ao escapulário em si. Aliás, receber a imposição do escapulário implica ser agregado à família carmelita. Por isso, caso o escapulário fique deteriorado ou seja perdido, basta substituí-lo por outro, não sendo necessário receber de novo a imposição se esta já tiver sido feita dentro das condições devidas.

4 – Qualquer escapulário pode ser imposto?

Não. Segundo as normas do rito de imposição, durante a cerimônia “deve ser usado o Escapulário do Carmo na sua forma tradicional”. E que forma é essa? É a do escapulário feito de dois pedaços de tecido marrom (ou castanho), unidos por tiras, como uma veste que se usa ao pescoço – já que o escapulário é precisamente uma veste, originada do hábito carmelita. Somente depois da imposição é que o escapulário tradicional pode ser substituído por uma medalha apropriada, conforme autorização concedida em 1910 pelo Papa São Pio X. Embora não seja absolutamente necessário, é muito recomendável que o escapulário também possua uma imagem de Nossa Senhora. O mais tradicional, de fato, traz em um dos pedaços de pano a estampa de Nossa Senhora do Carmo, enquanto o outro pedaço de pano traz a do Sagrado Coração de Jesus ou o emblema da Ordem do Carmo.

5 – É verdade que usar o escapulário nos garante a salvação?

Não, não é verdade. O escapulário não nos dispensa dos Sacramentos, que são os meios instituídos por Nosso Senhor como a via normal para a nossa santificação, nem nos dispensa de praticar as virtudes, que são necessárias para vivermos em graça. O escapulário não é nenhum “amuleto” que garanta o Céu para almas em pecado. Ele é um sacramental, ou seja, um objeto religioso de devoção que, usado corretamente segundo as formas aprovadas pela Igreja, nos ajuda a viver a conversão, a bem receber os Sacramentos e a perseverar na virtude e na graça. As promessas de salvação que o acompanham estão sujeitas, evidentemente, às retas disposições da pessoa que o usa.

Quando Nossa Senhora do Carmo apareceu para São Simão Stock no dia 16 de julho de 1251 na visão em que lhe entregava o escapulário, ela fez esta promessa:

“Recebe, filho amado, este escapulário. Todo o que com ele morrer, não padecerá a perdição no fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e pacto sempiterno”.

Mas, como sinal e aliança, ele requer que façamos a nossa parte. O extraordinário do escapulário é que a promessa de Nossa Senhora para as pessoas que o usam é precisamente a de ajudá-las a cumprir as necessárias disposições de alma a fim de acolherem a graça salvadora de Jesus Cristo.

Em sua bula chamada “Sabatina”, o Papa João XXII afirma que aqueles que usarem o escapulário serão depressa libertados das penas do purgatório no sábado que se seguir à sua morte. Esta graça ficou conhecida como “privilégio sabatino”, reconfirmado pela Sagrada Congregação das Indulgências em 14 de julho de 1908, desde que se cumpram as condições devidas.

6 – E quais são as condições ou compromissos?

Quem se reveste deste sinal mariano deve adotar algumas atitudes fundamentais:

  • Colocar a Deus em primeiro lugar na sua vida e buscar sempre realizar a vontade d’Ele.
  • Esforçar-se seriamente para viver em estado de graça e confessar-se sempre que tiver caído em pecado.
  • Viver de modo especial a virtude da pureza, guardando a castidade própria de cada estado de vida.
  • Escutar a Palavra de Deus na Bíblia e praticá-la na vida.
  • Buscar a comunhão com Deus por meio da oração diária, que é um diálogo íntimo que temos com Aquele que nos ama.
  • Abrir-se ao sofrimento do próximo, solidarizando-se com ele em suas necessidades e procurando ajudar a solucioná-las.
  • Receber adequadamente os Sacramentos da Igreja, particularmente a Eucaristia e a Reconciliação.

Observe-se que não são condições extraordinárias: são as que já se esperam de qualquer católico habitualmente. O escapulário não adiciona nenhum outro compromisso: ele apenas reforça o compromisso cristão de vivermos o que já somos chamados a viver – acrescentando, isto sim, uma especial promessa de ajuda para que de fato vivamos esses compromissos e, com isto, nos abramos à graça salvadora de Jesus e em graça estejamos na hora da nossa morte.

No tocante às modalidades da oração diária, é oportuno, mas não obrigatório, que o sacerdote que faz a imposição do escapulário oriente cada pessoa sobre as orações recomendadas segundo a sua própria realidade. Mas não há nada rígido neste sentido: normalmente, o terço rezado todos os dias é suficiente sem que seja necessária mais nenhuma outra oração; ou 3 Ave-Marias bem rezadas diariamente; ou o Ofício Divino para os sacerdotes… Enfim, há nisto grande liberdade. O uso tradicional indica rezar todos os dias o pequeno Ofício de Nossa Senhora, ou, para os que não saibam ler, abster-se de carne às quartas-feiras e sábados, mas o sacerdote que impôs o escapulário ou o próprio confessor sempre puderam comutar essas condições por outras, conforme cada caso. O essencial não é a modalidade, mas sim que se reze de coração!

7 – Como é o rito de imposição do escapulário?

Ei-lo, tal como aprovado em 1996 pela Congregação do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos através do Prot. 1089/96.

RITO DE BENÇÃO E IMPOSIÇÃO DO ESCAPULÁRIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO

Introdução

1. A bênção e imposição do Escapulário de Nossa Senhora do Carmo sejam feitas, de preferência, durante uma celebração comunitária.

2. A imposição comporta a agregação à família carmelita. Têm a faculdade de benzer o Escapulário os sacerdotes e os diáconos; além disso, outras pessoas autorizadas podem também fazer a sua imposição.

3. Para a bênção e imposição deve ser usado o Escapulário do Carmo na sua forma tradicional. Só depois pode ser substituído por uma medalha apropriada.

4. A bênção e a imposição fazem-se conforme os ritos e orações, que vêm a seguir. A forma comum consiste nos ritos iniciais, na leitura da Palavra de Deus com as preces comunitárias, na oração para benzer e impor o Escapulário e nos ritos finais. Exprime-se assim, de maneira completa, o sentido do Escapulário na vida dos fiéis, que o recebem.

5. É necessário que numa e noutra fórmula fique bem expresso o sentido espiritual das graças anexas ao Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, assim como os compromissos que se assumem ao receber este sinal de devoção à Virgem Santíssima.

Ritos iniciais

6. Reunidos os fiéis diante do altar-mor ou de uma imagem de Nossa Senhora, o ministro acolhe os fiéis. Pode cantar-se um cântico adequado ou fazer-se um momento de silêncio.

Terminado o cântico ou o silêncio o ministro diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

R. Amém.

Ministro:

O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

Ou:

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo,
nascido da Virgem Maria,
o amor de Deus, nosso Pai,
e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

R. Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

7. O ministro exorta os presentes a participar no rito, explicando a natureza da celebração com estas ou outras palavras semelhantes:

Durante a vida terrena de Jesus, quem tocasse, ainda que fosse somente nas orlas do Seu manto, era curado. Hoje nós louvamos o Senhor porque continua a usar na Sua Igreja dos meios mais humildes para mostrar-nos a Sua imensa misericórdia. Nós também podemos servir‑nos destes meios humildes para glorificarmos o Senhor, manifestarmos o nosso desejo de O servir e renovarmos o nosso compromisso de fidelidade, assumido no dia da nossa consagração batismal.

O Escapulário do Carmo é um sinal do amor materno da Virgem Maria, que nos recorda as suas iniciativas em favor dos membros da família carmelita, particularmente nas horas de maior necessidade. É um amor que pede uma resposta de amor. O Escapulário é também sinal de comunhão com a Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, que se dedica ao serviço de Nossa Senhora para o bem de toda a Igreja. Ao recebê-lo, vós exprimis o desejo de participar no espírito e na vida da Ordem.

O Escapulário é um espelho da humildade e da castidade de Maria; pela sua simplicidade ele nos convida a vivermos com modéstia e com pureza. Vestindo-o dia e noite, torna‑se um sinal da nossa oração contínua e de particular dedicação ao amor e ao serviço da Virgem Maria.

Usando o Escapulário, renovais o compromisso batismal de vos revestirdes de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em Maria estará garantida a vossa esperança de salvação, pois o Deus da Vida estabeleceu nela a Sua morada.

Leitura da Palavra de Deus

8. Um dos presentes, ou o próprio celebrante, proclama um texto da Sagrada Escritura, selecionado principalmente entre os que no Lecionário fazem referência ao mistério da salvação ou a Nossa Senhora. Pode‑se escolher a leitura seguinte ou uma outra do Apêndice.

Fortalecei-vos no Senhor – Ef 6, 10-17

Da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios.

Irmãos:

Fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos da armadura de Deus, para poderdes resistir às ciladas do demônio. Porque nós não temos de lutar contra adversários de carne e osso, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra os espíritos do mal que habitam as regiões celestes. Portanto, irmãos, tomai a armadura de Deus, para poderdes resistir no dia mau e perseverar firmes, superando todas as provas. Permanecei bem firmes, de rins cingidos com o cinturão da verdade, revestidos com a couraça da justiça, de pés calçados com o zelo de anunciar o Evangelho da paz. Tende sempre nas mãos o escudo da fé, com o qual podereis apagar as setas inflamadas do maligno. Tomai o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

Outras leituras

Antigo Testamento:

Prov 8, 17‑21 – Eu amo aqueles que me amam.

Is 61, 10‑11 – Envolveu‑me num manto de justiça.

2 Re 2, 1.7‑13 – O manto de Elias caiu sobre Eliseu.

Bar 5, 1‑5 – Revesti‑vos da beleza de Deus.

Ez 16, 8‑14 – A tua formosura era perfeita.

Novo Testamento:

Mc 5, 25-34 – A mulher tocou nas vestes de Jesus e ficou curada.

Lc 2, 4‑7 – Maria envolveu o Menino em panos.

* Rom 12, 1‑2- O culto espiritual.

Gal 4, 4-7 – Deus enviou o seu Filho nascido de uma mulher.

Ef 4, 17.20‑24 – Revesti-vos do homem novo.

9. Terminada a leitura, o ministro exorta os presentes explicando, à luz da palavra de Deus, o sentido da celebração, as graças e os compromissos que derivam do Escapulário.

Segue-se um momento de silêncio.

Preces

10. Segue-se um tempo de oração em comum. Propõem‑se algumas intenções. Podem‑se escolher as mais apropriadas ou acrescentar outras.

Ministro: Caríssimos irmãos e irmãs. Pela intercessão da Virgem Santa Maria, em cujo seio encarnou o Filho de Deus e habitou entre nós, supliquemos ao Pai do Céu a graça de sermos testemunhas do Evangelho com as nossas obras, e rezemos:

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que quisestes que o vosso Filho assumisse a nossa natureza humana para nos fazer participantes da vossa vida divina,

— pela intercessão da Virgem Maria, discípula perfeita do Senhor, fazei que nos revistamos interiormente da vossa graça.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que quisestes que o vosso Filho se fizesse semelhante a nós em tudo, excepto no pecado, para que, seguindo os seus passos, nos configuremos com Ele,

— pela intercessão da Virgem Maria, fazei que imitemos a Cristo e sejamos por meio das nossas obras uma oferenda agradável diante de Vós.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que nos convidais para o banquete da graça, revestidos com a veste nupcial, para nos revelardes o vosso amor,

— pela intercessão da Mãe do vosso Filho, fazei que nos revistamos com as virtudes do seu amor generoso e do seu serviço amoroso.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que quiseste que a Virgem Maria esmagasse a cabeça da serpente,

— por sua intercessão, ajudai-nos a vencer as ciladas do maligno na nossa vida e no mundo.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que escolhestes a Virgem Maria como Filha da Nova Aliança,

— por sua intercessão, purificai os nossos corações e fortalecei a nossa fé.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que olhastes para a humildade da vossa serva para que proclamasse a vossa grandeza,

— por sua intercessão, fazei que anunciemos o vosso reino e proclamemos a vossa misericórdia de geração em geração.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que destes ao vosso Filho uma mãe que O cuidou amorosamente,

— por sua intercessão, fazei com que amemos os pobres e marginalizados, e com eles construamos um mundo mais justo e mais fraterno.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que nos envolvestes com o manto da justiça e da santidade,

— pela intercessão da Virgem Maria, santificai‑nos em Cristo e fazei‑nos cooperadores generosos na obra da salvação do mundo.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Pai Santo, que nos abençoastes em Cristo com toda a espécie de bênçãos espirituais e celestiais;

— pela intercessão da Virgem Maria, concedei-nos uma feliz passagem da morte para a vida eterna.

R. Concedei‑nos, Senhor, que sejamos revestidos de Jesus Cristo.

Oração de bênção

11. O ministro, com as mãos estendidas, diz:

Senhor nosso Deus,
autor da santidade e seu aperfeiçoador,
que chamais à plenitude da vida cristã
e à perfeição da caridade
os que fizestes renascer da água e do Espírito Santo,
olhai com benevolência para estes vossos servos
que receberam com devoção o Escapulário do Carmo
e vão usar diligentemente como sinal de consagração
a Nossa Senhora do Carmo.
Fazei que sejam imagem de Cristo, vosso Filho,
e, terminada a sua passagem por esta vida,
com a ajuda da Virgem Mãe de Deus,
sejam admitidos na alegria da vossa morada celeste.
Por Jesus Cristo, nosso Senhor.

R. Amém.

Faz-se a aspersão com água benta.

Imposição do Escapulário

12. O ministro impõe o Escapulário aos candidatos, dizendo:

Recebe este Escapulário,
(por meio do qual és admitido na família carmelita),
e confia no amor de tão grande Mãe.
Comporta-te de tal maneira que,
com a ajuda da Santíssima Virgem,
te revistas cada vez mais de Cristo
e a sua vida se manifeste na tua
para glória da Santíssima Trindade
e para o bem da Igreja e dos homens.

R. Amém.

13. Conforme as circunstâncias, o ministro pode dizer em voz alta a fórmula da imposição uma só vez por todas. Todos juntos respondem amém e aproximam-se para receberem o Escapulário.

14. Terminada a imposição, o ministro dirige a todos estas palavras:

Pela bênção e imposição deste Escapulário
vós fostes admitidos na família carmelita,
dedicada à imitação
e ao serviço da Virgem Mãe de Deus,
para que possais servir com maior dedicação
a Cristo e à sua Igreja,
com o mesmo espírito contemplativo e apostólico
da Ordem de Nossa Senhora do Carmo.
Para que o consigais com maior perfeição,
eu, pelo poder que me foi concedido,
admito-vos a participar nos bens espirituais
da mesma Ordem do Carmo.

15. O ministro explica aos fiéis os compromissos e as obrigações inerentes à admissão na família do Carmelo.

* * *

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