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‘Hora do planeta’ escurece grandes cidades em alerta climático

BUENOS AIRES
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Depois da Ópera de Sydney e dos arranha-céus de Hong Kong, o Kremlin russo e a Torre Eiffel em Paris se uniram neste sábado (24) à “hora do planeta”, com 60 minutos no escuro para mobilizar contra a mudança climática e para a importância da proteção à natureza.

Esta “hora do planeta”, cuja primeira edição começou na Austrália em 2007, será acompanhada ao todo por milhões de pessoas em 187 países, que irão apagando suas luzes às 20h30 locais.

As torres Petronas de Kuala Lampur, a torre Burj Khalifa de Dubai, a Acrópolis de Atenas e a basílica de São Pedro em Roma se uniram ao evento mais uma vez.

Os organizadores apresentam esta manifestação como “o maior movimento que vem da base” pela luta contra a mudança climática.

“Seu objetivo é despertar a consciência pela proteção do meio ambiente e da fauna selvagem”, explicou à AFP Dermot O’Gorman, responsável para a Austrália da organização de proteção da natureza WWF, que coordena o evento ao redor do mundo.

O estádio olímpico de Pequim e as pirâmides do Egito também se juntaram à campanha.

A “hora do planeta” “acontece em um momento em que a população e a Terra se encontram sob pressão. As alterações climáticas vão ser mais rápidas que nós. Suas consequências são inquietantes”, explicou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um vídeo publicado no Twitter.

Neste ano, a mobilização se concentra nos efeitos da mudança climática sobre a biodiversidade e as espécies animais e vegetais.

Por mais simbólica que seja, esta campanha anual permitiu no passado alguns êxitos, como a proibição do uso de plástico nas ilhas Galápagos e a plantação de 17 milhões de árvores no Cazaquistão.

(AFP)