Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Receba o nosso boletim

Aleteia

Cultura da vida: em cirurgia rara, médicos salvam grávida e bebê

NOWORODEK
Pexels | CC0
Compartilhe este artigo para ter a chance de ganhar uma peregrinação a Roma
Compartilhar
Compartilhei
Compartilhamentos

Procedimento inédito no Reino Unido contou com mais de 30 médicos

A londrina Polly Marshall estava com 38 anos de idade e na vigésima nona semana de gravidez de seu primeiro filho quando começou a sentir fortes dores na barriga. A princípio, os médicos desconfiaram que ela estava entrando em trabalho de parto prematuro. Mas, depois de vários exames, a mulher foi diagnosticada com um edema na artéria uterina, que é responsável por irrigar o útero – uma função essencial na gravidez.

A anomalia é chamada de pseudoaneurisma, causa dores intensas e, segundo especialistas, pode levar a mãe e o bebê à morte, caso a artéria se rompa.

Polly precisou ser levada às pressas para a cirurgia – a primeira deste tipo realizada no Reino Unido. Ao jornal Daily Mail, o médico que liderou a equipe disse que o caso é extremamente raro. “Exames detalhados mostraram que o inchaço na artéria de Polly tinha 5 centímetros de diâmetro e estava aumentando. O fluxo de sangue através desta artéria é particularmente forte durante a gravidez, por isso sabíamos que não tínhamos outra opção”, explicou o Dr Kevin Hayes.

A operação contou com 30 especialistas, que travaram uma verdadeira batalha pela vida. Para alcançar o aneurisma, os médicos St. George’s Hospital, no sul de Londres, inseriram um cateter em um buraco do tamanho de um alfinete na virilha da paciente. Depois, inseriram bobinas de metal na artéria para impedir o fluxo do sangue. O medo dos especialistas era romper o vaso sanguíneo, o que poderia provocar a morte da mulher e do bebê. Obstetras estavam de prontidão, caso precisassem tirar a criança em uma situação de extrema emergência.

Mas felizmente não foi preciso. A operação foi um sucesso, e Polly conseguiu levar a gravidez até o fim. Três meses depois ela foi submetida a uma cesárea para dar à luz um meninão saudável, que foi batizado de Gus.

 

Selecione como você gostaria de compartilhar.

Compartilhar
* O crédito para artigos compartilhados será fornecido somente quando o destinatário do seu artigo compartilhado clicar no URL de referência exclusivo.
Clique aqui para mais informações sobre o Sorteio da Aleteia de uma Peregrinação a Roma

Para participar do Sorteio, você precisa aceitar os Termos a seguir


Ler os Termos e Condições