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Cardeal de São Paulo sobre polêmico ato pró-Lula: “Não se tratou de Missa”

Cardeal Dom Odilo sobre ato ecumênico de Lula
Dom Odilo Scherer / imagem sobreposta a captura de tela YouTube
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Nota oficial da Arquidiocese: "O arcebispo de São Paulo lamenta a instrumentalização política do ato religioso"

A Arquidiocese de São Paulo divulgou nota neste domingo (8) a propósito do ato ecumênico realizado no sábado (7) em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, região metropolitana da capital paulista.

O ato havia sido anunciado como “missa” em memória de Marisa Letícia, falecida esposa do ex-presidente Lula, condenado em segunda instância a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O evento do final da manhã de sábado foi criticado enfaticamente nas redes sociais por leigos e religiosos católicos que se declararam chocados com a deturpação litúrgica da suposta “missa”, a qual, posteriormente, passou a ser descrita pela mídia, genericamente, como “ato religioso“. As críticas também se dirigiram à transformação do assim chamado “ato religioso” em comício partidário.

Assinada pelo Cardeal Arcebispo Dom Odilo Scherer, a nota da Arquidiocese de São Paulo, em sua íntegra, afirma:

Sobre o ato religioso realizado ontem na frente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a assessoria de imprensa da Arquidiocese de São Paulo esclarece que:

1. Não se tratou de Missa, mas de um ato ecumênico;
2. Foi iniciativa pessoal de quem promoveu o ato;
3. Não houve participação da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) nem da arquidiocese de São Paulo;
4. O ato aconteceu fora da jurisdição e responsabilidade do arcebispo e da arquidiocese de São Paulo;

O arcebispo de São Paulo lamenta a instrumentalização política do ato religioso.