Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

ONU pede fundo para migrantes venezuelanos na Colômbia

VENEZUELA
Foto: José Cohén
Compartilhar

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) solicitou à comunidade internacional 46 milhões de dólares para dar assistência alimentar a cerca de 350.000 migrantes que entraram na Colômbia provenientes da Venezuela, informou nesta quinta-feira o organismo das Nações Unidas.

O PMA, um programa especializado da Organização das Nações Unidas com sede central em Roma, lançará um plano de ajuda urgente de oito meses de duração para os migrantes mais vulneráveis dessas áreas fronteiriças.

“Muitos deles não contam com recursos para se sustentar”, denunciou o PMA em comunicado.

O governo colombiano calcula que cerca de 1 milhão de venezuelanos cruzaram a fronteira e que 660.000 deles ficaram na Colômbia, precisa a nota.

Segundo estimativas do PMA, 90% desses migrantes não sabe se terá comida para o dia seguinte.

“Precisamos urgentemente de recursos para poder dar ajuda vital às famílias de migrantes que deixaram seus lares para trás. Também temos que apoiar as comunidades de acolhida, muitas delas são pobres, e têm demonstrado uma grande generosidade apesar de serem as mais afetadas”, explicou Miguel Barreto, diretor regional do PMA para América Latina e Caribe.

A entidade, especializada em distribuição de alimentos para áreas de crise e que trabalha com refugiados de longa duração e pessoas deslocadas no mundo todo, dará alimentos em particular a mulheres e crianças, informa o comunicado.

O plano inclui também ajuda para as comunidades indígenas, afetadas pela chegada em massa de migrantes, que em algumas áreas representam mais da metade da população local, adverte a entidade.

(AFP)