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Não viva a vida que os outros querem que você viva

HAPPY WOMAN
By AstroStar | shutterstock
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Seja você mesmo(a): simples assim

Por muito tempo eu tive medo de ser eu mesma.

Ser aceita, ser incrível, ser amada da maneira como realmente era por dentro parecia ser um feito impossível. Acreditava em fábulas, romances impossíveis de livros a luz de velas e milagres de primavera, mas era incrédula quanto se tratava de mim mesma e do meu próprio potencial.

Por tanto tempo fingi ser outra pessoa. Concordar com ideias que não combinavam com o que minha mente consciente pensava sobre determinadas situações. Realizei sonhos que não eram os meus, idealizações que não eram minhas. Parecia que tinha seguir um determinado molde para ser feliz e perfeita.

Eu deveria usar um jaleco branco de biologia quando tudo que mais queria era um avental sujo com manchas e respingos frescos de tintas. Eu precisava estar em uma festa movimentada com o cheiro de álcool e noites claras, enquanto minha alma clamava pelo silencio e o conforto de uma prateleira com toques de poeira e livros não lidos.

Precisava ter alguém do meu lado, um confidente de horas vagas, mesmo estando perfeitamente feliz e realizada apenas comigo mesma. Estar conversando, quando apenas gostaria de estar agarrada em uma poltrona, aproveitando o conforto alegre dos meus pensamentos.

Apaixonando-me quando estava me sentindo completamente bem solteira.
Viver como querem que eu viva.

Desculpe, mas não vou mais entrar nesse joguinho patético de falsidade. Não vou me vestir com um vestido longo quando quero estar com minha camiseta amarela e meus tênis pintados de forma caseira. Não vou me encontrar com um cara apenas para mudar meu status nas redes sociais e ouvir comentários positivos.

Vou marchar com a cabeça erguida. Vou mostrar meus gostos excêntricos e diferenças. Não vou negar o que me deixa feliz e o que me faz sentir intensa e singular. Vou errar com um sorriso, arriscar as palavras em meu próprio sotaque, fazer minhas loucuras e vontades. Pintar o cabelo, sair da minha zona de conforto e excluir alguns contatos.

Não posso viver a vida que os outros querem que eu viva.
Não posso ser a garota perfeita que eles sonham.
Não posso viver para agradá-los.
Não posso…
Isso nunca vai me deixar feliz. Nunca.
Eu tenho que viver minha própria vida.
Fazer o meu destino, guiar o meu próprio rumo.
E tudo sendo apenas eu mesma.

(via Prosa e poesia)

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