Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

Um segredo rasgado no Coração que amou até o fim

JESUS
Compartilhar

Como encontrar repouso e segurança no Coração Sagrado de Jesus

São Bernardo de Claraval, meditando sobre o Coração de Jesus, assim se exprimiu:

Onde encontrar repouso tranquilo e firme segurança para os fracos, a não ser nas chagas do Salvador? Ali permaneço tanto mais seguro quanto mais poderoso é Ele para nos salvar (Liturgia das Horas III, p 106).

Na realidade, pela ferida do Corpo de Cristo aparecem a Sua bondade e as profundezas da Sua misericórdia.

Os discípulos de Jesus, os dedicados discípulos do Senhor, contemplam detida e serenamente a ferida do peito de Cristo. Através desta chaga luminosa, eles se dão conta da misericórdia do Salvador, da Sua imensa bondade.

Com efeito, quando estávamos mortos, quando vivíamos entregues a nossos próprios caprichos, seguindo pelas sendas tortuosas e caminhos inóspitos, Jesus foi elevado ao alto da Cruz, teve o semblante coberto de poeira, suor, sangue e escarros. Ali ficou suspenso pelo espaço de pouco tempo, que pareceu uma eternidade.

Depois de morto, deixou que Seu peito fosse rasgado para que os homens e as mulheres de todos os tempos pudessem, efetivamente, descobrir o segredo da Sua Vida: veio como encarnação do Amor de Deus, que ama os Seus até o fim. Viveu no amor e por amor morreu.

A chaga do peito do Redentor revela o segredo do Seu Coração.

São Bernardo tem razão:

Quanto a mim, vou buscar o que me falta, confiadamente, nas entranhas do Senhor, tão cheias de misericórdia, que não lhe faltam fendas por onde se derrame! (idem).

________

Frei Almir R. Guimarães, OFM, em “Um Coração que amou até o fim – Meditações e reflexões sobre o Sagrado Coração”.