Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

O lado doce da maternidade

Compartilhar

Depois do puerpério vem sempre a bonança!

Fica todo mundo infernizando as futuras mães de primeira viagem com “aproveita, porque você nunca mais vai dormir”, “você nunca mais vai ao cinema, colega”, “nunca mais vai ter o mesmo corpo, aproveita pra usar os shorts enquanto te cabe”.

É um tanto de mudança mesmo, eu não vou mentir pra vocês. A maior parte dos dias são bem difíceis no sentido de nos encontrarmos com o “novo”, com o fato de a maternidade “mexer com nossa zona de conforto”.

Mas essa carga do “nunca mais”, não é verdade.

Eu, por exemplo, já li dois livros desde que meu filho nasceu ( ele está com 11 meses e meio), já fui ao cinema 4 vezes, naquela sessão abençoada do Cinematerna, e eu já durmo algumas noites completas, viu?

Já assisti a duas séries completas no NetFlix enquanto amamentava, já vi novelas no Globo Play, assisti ao BBB…

E com relação às roupas, elas me servem, sim. Mas, agora eu penso em todas as situações antes de vesti-las: vou agachar pra pegar bebê? Vou amamentar? E por aí vai.

Então, não fique achando que “agora que virei mãe, só vou usar legging e moletom”; use sim, se achar confortável e tiver a ver com seu estilo. Mas se não gostar de usar, ou nunca usou, não é porque virou mãe que agora vai mudar seu estilo.

Olhe pra dentro de você, a mulher ainda está aí dentro, basta convocá-la.

No início, principalmente os primeiros 3 meses, foram muito intensos pra mim. E acredito verdadeiramente que podemos sim, falar a verdade sobre este início para as mães saberem o terreno que estarão pisando assim que se tornarem mães.

Mas, não acho que devemos atazanar essas mães, amedrontando, pois dessa forma fica parecendo que filho é boleto, e não uma coisa doce e risonha que vem pra ensinar, melhorar e encantar.

Mamães, não fiquem com medo da maternidade. Depois do puerpério, vem sempre a bonança!

 

Por Mara Sartori Badin, 38 anos, mãe do Samuel (Via Blog Mamães da Vida Real)