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Em defesa da vida… contra o aborto

Manuel Cortina / NurPhoto
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O aborto é um pecado gravíssimo a atentar contra o 5º Mandamento da Lei de Deus

Recentemente, foi aprovado, na Irlanda e também na Argentina, o homicídio de uma pessoa inocente e indefesa no ventre materno por meio do aborto. O Brasil caminha para o mesmo rumo se as forças vivas – religiosas e civis – não se posicionarem à altura, dentro da lei e da ordem.

O aborto é um pecado gravíssimo a atentar contra o 5º Mandamento da Lei de Deus, o “Não matarás” (cf. Êx 20,13), e por sua tamanha maldade clama aos céus por justiça levando o próprio Senhor a intervir (cf. Gn 4,10).

Também a Igreja, pelo Código de Direito Canônico, cânon 1398, declara a excomunhão automática nesse tipo de pecado. Em comentário a esse cânon, o Pe. Dr. Jesús Hortal, SJ, assegura que todo aborto provocado é passível de excomunhão, independentemente se a gravidez é resultante de estupro ou se o bebê é diagnosticado com má-formação etc.

Estão excomungados também todos os que, com ciência e consciência, ajudaram na realização do homicídio. De modo material, a excomunhão atinge os médicos, enfermeiros, parteiras etc., pois colaboram, diretamente, no assassinato de um ser humano. De modo moral eficaz, atinge o marido, o namorado, o amante, o pai, a mãe etc. que ameaçam ou estimulam e ajudam a mulher a submeter-se ao aborto. A mãe também é passível de ser excomungada, mas nem sempre, pois ela pode estar inserida nas atenuantes propostas pelo cânon 1324 que prevê a não excomunhão quando: a) esta tem apenas posse parcial da razão; b) está sob forte ímpeto de paixão que não foi por ela mesma fomentada voluntariamente e c) se está sob coação por medo grave.

Fica aqui, portanto, um breve, mas sério alerta a ser, amplamente, divulgado em seus meios, bem como três convites: 1) à oração pelo Brasil em favor da vida; 2) ao apoio a Projetos de Lei pela vida no Congresso Nacional e 3) a não votar em partidos ou candidatos que apoiam o aborto, em nenhuma eleição.