Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Receba o nosso boletim

Aleteia

Governo da Colômbia e ELN retomam diálogo

Alto Comisionado para la Paz, SIG
Compartilhar

O governo da Colômbia e a guerrilha do ELN retomam nesta segunda-feira em Havana o último ciclo de diálogos sob a gestão do presidente Juan Manuel Santos, com dificuldades para um cessar-fogo e sem garantias para os compromissos, denunciou o grupo insurgente.

Segundo um comunicado do Exército de Libertação Nacional (ELN), a delegação do governo não garante a “reciprocidade das duas partes no cumprimento dos acordos” e tampouco “a execução das transformações propostas no processo e acordadas na Mesa”.

A última guerrilha ativa da Colômbia afirmou que “persistem divergências que impedem assinar um novo acordo de cessar-fogo bilateral”.

Cada ciclo de conversação com o governo durou cinco semanas, o que neste caso coincidirá com o fim do governo de Santos e o início do mandato, em 7 de agosto, do direitista Iván Duque, um crítico das negociações.

Duque, herdeiro político do ex-presidente Álvaro Uribe, pede concentração com a verificação internacional da guerrilha e que esta interrompa suas “atividades criminais” para manter as conversas de paz.

Embora se declare a favor da reinserção social dos membros do ELN, considera que seus líderes devem ser penalizados judicialmente e não aceita que estes entrem para a vida política sem que antes cumpram uma pena mínima de prisão.

Também defende a revisão do acordo que desmobilizou e transformou em partido político a guerrilha das Farc em 2016, também negociado em Havana.

(AFP)