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Deslocamentos motivados por conflitos disparam na Colômbia

COLOMBIA

Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible - Facebook

Agências de Notícias - publicado em 25/07/18 - atualizado em 25/07/18

Os deslocamentos forçados na Colômbia dispararam no primeiro semestre de 2018 por causas vinculadas ao conflito armado e já superam o total do ano passado, denunciou nesta terça-feira (24) a Defensoria do Povo.

Entre janeiro e junho passados, o organismo encarregado de zelar pelos direitos humanos registrou 55 eventos de deslocamentos maciços, que afetaram “17.825 pessoas (5.262 famílias)” em 11 departamentos (estados), indicou em um comunicado.

Isto representa um aumento significativo nas tendências de deslocamento forçado e nos efeitos para a população, levando em conta que em todo o ano de 2017 deslocaram-se 12.841 pessoas, destacou.

A maioria dos deslocados é de camponeses, indígenas e afrodescendentes, disse a jornalistas a delegada para os Direitos da População Deslocada da Defensoria, Ingrid Rusinque.

O organismo fez um apelo ao governo “para que reforce a implementação de medidas integrais de proteção, assistência e restabelecimento de direitos fundamentais às populações afetadas”.

A região mais castigada é a sub-região do Catatumbo, fronteiriça com a Venezuela, onde se deslocaram 9.686 pessoas (2.986 famílias), quase a metade do total de vítimas, em 20 eventos maciços.

O conturbado Catatumbo, no departamento de Norte de Santander, é a segunda região com mais narcocultivos do país.

Rebeldes do ELN, células da dissolvida guerrilha maoísta EPL e bandos de narcotraficantes disputam o controle territorial. Além da renda ilegal derivada dos narcotultivos, segundo as autoridades.

Além disso, na bacia do Pacífico – que inclui os departamentos de Chocó, Valle del Cauca, Cauca e Nariño – são registrados 20% do total das vítimas (3.620 pessoas).

O Pacífico colombiano – disputado pelo ELN, dissidências das Farc, grupos de origem paramilitar e narcotraficantes – é a principal rota de saída de cargas de cocaína aos Estados Unidos, o principal consumidor mundial desta droga.

(AFP)

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