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Ginecologista mestre em Saúde Pública desmascara falsos números pró-aborto

Dr. RaphaelCamara

Secretaria de Comunicação/STF

Reportagem local - publicado em 22/08/18

Segundo o Dr. Raphael Câmara, legalização do aborto aumentaria o índice de mortalidade materna em vez de diminuí-la

O médico Raphael Câmara Medeiros Parente foi um dos expoentes na audiência pública sobre o aborto realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início de agosto.

O dr. Raphael explicou que o aborto até poderá se tornar questão de saúde pública, mas não porque o seja em si mesmo e sim porque a sua eventual legalização aumentaria o índice de mortalidade materna.

Especialista em Gestão em Saúde, mestre em Saúde Pública e doutor em Ginecologia, além de médico ginecologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o dr. Raphael afirma que a redução dessas mortes depende principalmente da melhora de condições dos hospitais públicos no país, sucateados há anos. Sua fundamentação se baseia tanto em números do próprio DataSUS quanto em outras pesquisas, das quais ele fala em esclarecedora entrevista concedida ao portal pró-vida Sempre Família.

Pontos fundamentais da entrevista

  • O dr. Raphael desmascara os números frequentemente manipulados pelos ativistas pró-aborto, que exageram a quantidade de abortos clandestinos realizados no Brasil. Esse mesmo tipo de extrapolação foi e é comum em dezenas de outros países na tentativa de forçar a legalização do livre extermínio de bebês em gestação.
  • Ele afirma ainda que a quantidade de abortos aumenta em vez de diminuir com a legalização da prática, além de sustentar que, mesmo legalizado, o aborto é inseguro para a gestante e, portanto, aumenta também a mortalidade materna.
  • A entrevista aborda os fatores ideológicos envolvidos no ativismo pró-aborto, bem como os pesados interesses financeiros na legalização.

Confira a entrevista

Para ler a entrevista na íntegra, ACESSE o portal Sempre Família.

Tags:
AbortoCultura do descarteIdeologiaVida
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