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Nossa Senhora do Amparo, amparai-nos!

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Os navegantes portugueses a invocavam, com frequência, em suas viagens

Dia 8 deste mês, celebramos Nossa Senhora do Amparo, padroeira de nossa jovem Diocese.

Sua devoção é, de acordo com o Pe. Eugênio Bisinoto, CSsR (Conheça os títulos de Nossa Senhora. 3ª ed. Santuário, 2011, p. 16), muito antiga entre os cristãos e chegou até nós por meio dos portugueses que cultuam Nossa Senhora com o título “do Amparo”, em várias localidades daquele país, com destaque para a cidade de Lamego que tem uma das imagens mais antigas da Senhora do Amparo.

Os navegantes portugueses a invocavam, com frequência, em suas viagens, de modo que, em 1617 (outros dizem 1644), já havia uma igreja – a mais antiga – dedicada a Nossa Senhora do Amparo, em Olinda (PE). Também em Fortaleza (CE) e Diamantina (MG) há igrejas dedicadas à Nossa Senhora do Amparo. Elas se assomam a 20 outras espalhadas Brasil afora, incluindo a nossa bela catedral diocesana.

Sua imagem clássica representa a Virgem sentada – como era costume entre os primeiros cristãos – segurando com a mão esquerda o menino Jesus, em pé, e com a direita abençoando os devotos. Mãe e Filho aparecem coroados. No entanto, há outras representações, como a nossa em que Ela está em pé e tem o Menino Jesus nos braços.

Esse título de Senhora do Amparo está muito ligado ao dogma da Maternidade Divina de Maria. Ela é a Mãe de Deus feito homem por amor de nós, pois há em Jesus Cristo, Nosso Senhor, uma só Pessoa, a segunda da Santíssima Trindade, que é divina, mas com duas naturezas: a divina, d’Ele desde toda a eternidade, e a humana, assumida no seio da Virgem Maria (cf. Gn 3,15; Is 11,1; Jr 23,5; Lc 1,42; Mt 1,18-19.23; Gl 4,4; Rm 1,3). É também, por desígnio divino, nossa Mãe (cf. Jo 19,25-27).

Diante dessa breve exposição, sejamos, cada vez mais, devotos da Virgem Maria, entre nós invocada com o título de Senhora do Amparo.

 

 

Tags:
Maria