Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

Se o matrimônio já existia antes de Cristo, como ele é considerado um sacramento?

PIEŚNI NA ŚLUBIE
Josh Applegate/Unsplash | CC0
Compartilhar

Tire a sua dúvida!

A pergunta que serve como título deste artigo foi feita ao jornal O São Paulo, da Arquidiocese de São Paulo, pelo leitor Flávio Marques.

O Padre Cido Pereira respondeu à questão, que é a mesma de vários católicos. Veja o que diz o sacerdote sobre o assunto:

“Flávio, o matrimônio existiu antes de Cristo e começou já na criação do mundo. Pelo Matrimônio, homem e mulher se unem numa íntima comunidade de vida e de amor. Com o Matrimônio, homem e mulher respondem ao chamado de Deus para constituir uma família.

Foi Jesus quem elevou o Matrimônio à dignidade de sacramento. Ao lado do sacramento da Ordem, o Matrimônio é o sacramento do Serviço ao amor. São Paulo nos explica que a união do homem e da mulher se baseia e se ilumina na união de Cristo com a Igreja. E como todo sacramento, os esposos recebem a graça de se se amarem com o mesmo amor com que Cristo amou sua Igreja. Bem vivido, o sacramento do Matrimônio leva à perfeição o amor humano. É um caminho de santidade.

É bonito ver homem e mulher diante do altar, olho no olho, consagrando-se mutuamente para uma vida de amor. E Jesus deixou claro que a vocação, o chamado de Deus a um homem e uma mulher para construírem juntos uma família, é um projeto divino e não uma brincadeirinha para alguns anos. É para sempre. O Matrimônio é indissolúvel. Lembremo-nos do que Jesus disse: “Não separe o homem o que Deus uniu”.

Aproveito para lembrar a você que um grande número de casamentos não deu certo. E as pessoas separadas acabaram partindo para uma segunda união. A Igreja tem pensado com carinho nesses casais. O divórcio os separou um do outro, mas não os separou da Igreja. Aconselha-se aos casais em segunda união iniciar um processo de verificação da nulidade da primeira união. Verificada esta nulidade, os dois podem casarse novamente na Igreja. Eis aí algumas reflexões que sua pergunta possibilitou fazer, Flávio. Deus o abençoe.”

A partir de O São Paulo