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Igreja de El Salvador pede respostas do Estado e da sociedade para caravana de emigrantes

EL SALVADOR
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Assim como as caravanas de emigrantes hondurenhos, mais de 2 mil salvadorenhos deixaram o país

O arcebispo de San Salvador, José Luis Escobar, advertiu neste domingo que o fenômeno da emigração mostra que seu país “já não tem nada a oferecer” a quem opta por buscar outro destino, e pediu ao Estado e à sociedade respostas para esta situação.

Para o monsenhor Escobar, o fato de milhares de pessoas tomarem a decisão de abandonar seu território e percorrer milhares de quilômetros “denuncia a situação inabitável de um país que já não tem nada a lhes oferecer”.

“O Estado e nossa sociedade têm que responder a esta mensagem”, assinalou o arcebispo após a missa dominical.

“É nossa gente, não podemos ver isto como um filme, e sim fazemos parte desta situação, somos todos protagonistas e responsáveis. O que temos que fazer? Esta é a grande pergunta que deveríamos responder com total responsabilidade e generosidade”, advertiu o arcebispo.

Assim como as caravanas de emigrantes hondurenhos, mais de 2 mil salvadorenhos deixaram o país fugindo da violência e do desemprego, em uma travessia irregular rumo aos Estados Unidos para buscar o “sonho americano”.

Neste sentido, o arcebispo fez um chamado ao Estado e à sociedade para que façam uma “interpretação autêntica do fenômeno e leiam de forma justa os sinais dos tempos” para responder a esta situação.

(AFP)

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Migrantes