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Chape, 2 anos depois: “Eu fui um milagre, assim como os demais sobreviventes”

Ximena Suárez
Ximena Suárez / Reprodução
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"Passei a mostrar minha experiência para que as pessoas abram os olhos, creiam que Deus existe e é misericordioso"

Ela é uma dentre os 6 sobreviventes da tragédia aérea da Chapecoense, que, em 29 de novembro de 2016, matou 71 pessoas na Colômbia.

Mas a boliviana Ximena Suárez, ex-comissária de bordo da LaMia, é uma sobrevivente menos conhecida pelos brasileiros. Foi com ela que o jornal esportivo Lance! conversou nesta semana, em que se completam 2 anos do episódio que ao mesmo tempo é um trauma e um renascimento.

A entrevista completa pode ser lida nesta página do site do Lance! Destacamos 3 reflexões de Ximena que podem ser particularmente inspiradoras:

1 – Fé e família

“No começo era muito difícil falar do que tinha acontecido. Agora, já conto normalmente as coisas que eu passei. Graças a Deus, fui superando aos poucos algumas coisas, contando também com a ajuda da minha família para melhorar. Passei a mostrar a minha experiência para que as pessoas abram os olhos, creiam que Deus existe e é misericordioso. Afinal, o que aconteceu comigo foi um milagre. Eu fui um milagre, assim como os demais sobreviventes são exemplo de um milagre”.

2 – Choque de prioridades

“Mudei a minha vida totalmente. Eu era uma pessoa que dava prioridade para sair, ficar com amigos… Agora prefiro estar com a minha família, sair com meus filhos (Gabriel, de 8 anos, e Thiago, de 4 anos), me superar como pessoa, profissional, estudar. Sou mãe, sou mulher, sou uma pessoa entregue a Deus, que busca sempre fazer algo de bom e não cometer erros”.

3 – Superação gradual

“Superei algumas coisas, mas não completamente. Ainda quero voltar a fazer viagem de avião trabalhando, como digo no meu livro (“Volver a Los Cielos“, de novembro de 2017). Adoro voar, sempre foi a minha vocação, mas não consegui ainda. Voltei a trabalhar em aeroporto, mas no meu trabalho não cheguei a subir num avião ainda. Sou agente de tráfego aéreo numa companhia na Bolívia, faz alguns meses (…) Tenho muitos [planos]. Transmitir minha experiência para ajudar as pessoas, continuar os meus estudos, continuar a minha vida, o meu trabalho no aeroporto… E voltar a ser tripulante!”

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A partir de entrevista de Ximena Suárez para o site esportivo brasileiro Lance!