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3 “duplas de palavras” que o Papa Francisco contrapôs e destacou neste Advento

POPE BLACK EYE
Antoine Mekary | ALETEIA
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Ele chamou a atenção para posturas e atitudes que se contradizem e nas quais todos podemos cair

Na homilia da missa deste 6 de dezembro, o Papa Francisco partiu do Evangelho do dia, segundo Mateus, bem como da leitura do livro do Profeta Isaías, para destacar três “duplas de palavras” que contrastam entre si:

Dizer e fazer

“O dizer é um modo de acreditar, mas muito superficial, na metade do caminho: eu digo que sou cristão, mas não faço as coisas do cristão. É um pouco – para dizê-lo simplesmente – maquiar-se como cristão: dizer somente é um truque, dizer sem fazer. A proposta de Jesus é concretude, sempre concreto. Quando alguém se aproximava e pedia conselho, sempre coisas concretas. As obras de misericórdia são concretas”.

Areia e rocha

Enquanto a areia “não é sólida”, sendo apenas “uma consequência do dizer”, a Rocha é o próprio Jesus:

É Ele, a força. Mas, muitas vezes, quem confia no Senhor não aparece, não tem sucesso, está escondido… Mas é firme. Não tem a sua esperança no dizer, na vaidade, no orgulho, nos efêmeros poderes da vida… O Senhor, a rocha. A concretude da vida cristã nos faz ir em frente e construir sobre aquela rocha que é Deus, que é Jesus; sobre o sólido da divindade. Não sobre as aparências ou as vaidades, o orgulho, as recomendações… Não. A verdade”.

Alto e baixo

O terceiro binômio contrapõe os passos dos orgulhosos e os passos dos humildes. Recordando a leitura do livro do profeta Isaías, Francisco destacou:

“'[O Senhor] derrubou os que habitam no alto, há de humilhar a cidade orgulhosa, deitando-a por terra, até fazê-la beijar chão. Hão de pisá-la os pés, os pés dos pobres, as passadas dos humildes’. Este trecho do profeta Isaías parece o canto de Nossa Senhora, do Magnificat: o Senhor eleva os humildes, os que estão na concretude de todos os dias, e abate os soberbos, os que construíram a sua vida na vaidade, no orgulho… Estes não duram”.

Perguntas para o Advento

“Eu sou cristão do dizer ou do fazer? Construo a minha vida sobre a rocha de Deus ou sobre a areia da mundanidade, da vaidade? Sou humilde, procuro caminhar sempre por baixo, sem orgulho, e assim servir o Senhor?”.

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A partir de Vatican News