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Os símbolos do Natal

WISE KINGS
Magdalnea Kucova - Shutterstock
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A Solenidade natalina vem acompanhada de muitos símbolos ou atos que valem a pena ser lembrados aqui

Prezado(a) irmão(ã), já nos aproximamos do Natal de Jesus, por isso gostaria de compartilhar com você alguns pontos sobre tão importante data, bem como alguns símbolos ou gestos que a acompanham.

Celebramos o nascimento de Cristo no dia 25 de dezembro. Essa Solenidade cristã quer nos apresentar Jesus como o verdadeiro Sol da Justiça (Lc 1,78; Nm 24,17; Ml 3,20 e Is 60,1), em oposição à festa pagã do Nascimento do Sol Invicto, divindade oriental. Foi uma forma de ajudar povos pagãos a se voltarem para o verdadeiro Deus.

A Solenidade natalina vem acompanhada de muitos símbolos ou atos que valem a pena ser lembrados aqui.

O presépio: o Papa Libério, no século IV, expôs, na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, algumas tabuinhas e pedras, tidas como relíquias da Manjedoura em que nasceu Jesus, e em torno delas se celebrava a Missa do Natal. Com o tempo, passaram a colocar junto imagens de personagens que participaram dos acontecimentos de Belém: Maria, José, anjos, pastores, reis magos etc.

Coube, porém, a São Francisco de Assis – com a celebração encenada do Natal no Bosque de Greccio, em 1223 –, iniciar a grande difusão da representação do Nascimento de Jesus pelo mundo.

A árvore de Natal: lembra-nos a oposição entre a árvore do Paraíso (Gn 2,9), que por seu fruto trouxe a morte, e a árvore do Calvário, a Cruz (Mc 15,24), que, por Cristo, nos devolveu a vida. Desse modo, ela é viçosa, cheia de enfeites como bolinhas e/ou luzinhas coloridas. A vida junto a Deus é sempre rica de graças e bênçãos.

O Papai Noel: é um velhinho de barbas longas com roupas vermelhas e um báculo na mão tendo às costas uma sacola de presentes às crianças. Sua figura se prende a São Nicolau, Bispo de Mira (Ásia Menor) no século IV. Este, tendo perdido os pais muito cedo e deles herdado grande herança, saiu distribuindo tudo aos pobres.

A oferta de presentes: prende-se à própria data do Natal em si. Os homens e mulheres dão presentes uns aos outros com votos de saúde, paz e felicidade extensivos ao Ano Novo que, em breve, se iniciará. Quer nos recordar o seguinte: o maior presente é o próprio Deus que vem até nós a fim de nos tornar filhos adotivos d’Ele (cf. Gl 4,5), em Jesus Cristo, o Filho por excelência (cf. Mt 3,17).

As iguarias natalinas: eram como que um regalo festivo depois da severa penitência do tempo do Advento. Hoje, é mais um motivo de confraternização na grande alegria do nascimento de Cristo.

Deve, contudo, a celebração natalina exercitar também a prática da caridade para com os mais necessitados, sob pena de comemorarmos em vão ou de modo egoísta, essa grande data litúrgica e social, que é o Natal de Jesus.

Feliz e Santo Natal a todos! Seja ele um estímulo ao amor ao próximo que Cristo veio – com gestos e palavras – nos ensinar a exercer todos os dias de nossa vida.

 

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