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Cynthia Dermody / Redação da Aleteia
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Pe. Quevedo: “Os comunistas assassinaram o meu pai”

Padre Quevedo
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O futuro sacerdote tinha apenas 7 anos quando seu pai foi vítima de um dos mais sangrentos episódios do século XX de ódio contra os cristãos

Muito conhecido no Brasil como estudioso da parapsicologia e “desmascarador” de charlatismos e curandeirismos ditos “espirituais” e “sobrenaturais”, o padre jesuíta Óscar González-Quevedo Bruzón, ou simplesmente Padre Quevedo, faleceu nesta semana em Belo Horizonte aos 88 anos de idade.

Nascido em Madri em 1930, ele tinha se naturalizado brasileiro em 1960.

Seu pai, que era deputado na Espanha, manteve-se abertamente ao lado da Igreja durante a sangrenta Guerra Civil Espanhola (1936-1939), em que os autoproclamados revolucionários, partidários de ideologias como o comunismo e o anarquismo, perseguiram, torturaram e assassinaram centenas de sacerdotes e religiosos espanhóis.

Nos dois artigos recomendados logo abaixo desta matéria você pode encontrar mais informações sobre esse período abominável do século XX, “convenientemente” pouco mencionado pela mídia e pela maioria dos professores de História.

Fuzilamento

Quando Quevedo tinha apenas 7 anos, seu pai foi fuzilado pelas tropas socialistas espanholas. Conforme o depoimento do sacerdote, as últimas palavras do pai antes de sofrer o martírio, a exemplo dos cristeros mexicanos, foram “Viva Cristo Rei!“.

Ouça o próprio pe. Quevedo narrar o fato neste vídeo de pouco mais de 1 minuto:

 

Saiba mais sobre a perseguição anticatólica na Guerra Civil Espanhola: