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Cynthia Dermody / Redação da Aleteia
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A importância do Batismo, segundo o Papa

POPE AUDIENCE
Antoine Mekary | ALETEIA | I.Media
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“Amor do Pai, que todos recebemos no dia do nosso Batismo, é uma chama que foi acesa em nosso coração"

O Papa Francisco pediu neste domingo que cada um recorde a data do próprio Batismo, guardando esta data no coração.

“Renovo a todos o convite para manter viva a memória do próprio Batismo. Ali estão as raízes da nossa vida em Deus; as raízes da nossa vida eterna, que Jesus Cristo nos deu com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição”.

Na Festa do Batismo do Senhor, o Papa afirmou que o Batismo deve ser uma data a ser festejada todos os anos. Ele convidou a invocarmos “com mais frequência o Espírito Santo”, “para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias”.

Em sua alocução, o Papa destaca que “a liturgia nos chama a conhecer mais plenamente Jesus” e por isso o Evangelho do dia, “ilustra dois elementos importantes: a relação de Jesus com as pessoas e a relação de Jesus com o Pai”.

Dirigindo-se aos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Pontífice chama a atenção para o fato de que todo o povo que estava presente na cena do Batismo “não é apenas um pano de fundo”,  mas “um componente essencial do evento. Antes de mergulhar na água, Jesus “mergulha” na multidão, une-se a ela assumindo plenamente a condição humana, compartilhando tudo, exceto o pecado”.

“Em sua santidade divina, cheia de graça e de misericórdia, disse o Papa, o Filho de Deus se fez carne justamente para tomar sobre si e tirar o pecado do mundo. Assumir as nossas misérias, a nossa condição humana”. Deixando-se batizar por João, Jesus “manifesta a lógica e o sentido de sua missão”.

“Unindo-se ao povo que pede a João o Batismo da conversão, Jesus compartilha dele o profundo desejo de renovação interior. E o Espírito Santo que desce sobre Ele “em forma corpórea, como uma pomba”,  é o sinal de que com Jesus inicia um mundo novo, uma “nova criação”, da qual fazem parte todos aqueles que acolhem Cristo em sua vida”.

O “amor do Pai, que todos recebemos no dia do nosso Batismo, é uma chama que foi acesa em nosso coração, e requer ser alimentada mediante a oração e a caridade”.

O segundo elemento destacado por Francisco, é a comunhão de Jesus com o Pai, e explica que “o Batismo é o  início da vida pública de Jesus, da sua missão no mundo como enviado do Pai para manifestar a sua bondade e o seu amor pelos homens”:

“Tal missão é realizada em constante e perfeita união com o Pai e o Espírito Santo. Também a missão da Igreja e a de cada um de nós, para ser fiel e frutuosa, é chamada a inserir-se na de Jesus. Trata-se de regenerar continuamente na oração a evangelização e o apostolado, para dar um claro testemunho cristão, não segundo nossos projetos humanos, mas segundo o estilo de Deus”.

A Festa do Batismo do Senhor – recorda o Papa – “é uma ocasião propícia para renovar com gratidão e convicção as promessas do nosso Batismo, comprometendo-nos a viver diariamente em coerência com ele”. E reitera a importância de conhecermos a data de nosso Batismo, guardá-la no coração e festejá-la todos os anos.

Após rezar o Angelus e saudar os fiéis presentes, Francisco recordou que havia batizado um grupo de crianças.

“Esta manhã, de acordo com o costume desta Festa, tive a alegria de batizar um bom grupo de recém-nascidos. Rezemos por eles e por suas famílias. E, nesta ocasião, renovo a todos o convite para manter viva a memória do próprio Batismo. Ali estão as raízes da nossa vida em Deus; as raízes da nossa vida eterna, que Jesus Cristo nos deu com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição. No Batismo estão as raízes. E nunca esqueçam a data do nosso Batismo”.

Antes de despedir-se com o tradicional “Bom domingo a todos. Não esqueçam de rezar por mim. Bom almoço e até logo”, o Papa pediu para que, a exemplo de Jesus, deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo.

“Mas para isso, devemos invocá-lo! Aprendamos a invocar o Espírito Santo com mais frequência em nossos dias, para poder viver com amor as coisas ordinárias, e assim, torná-las extraordinárias.”

(Com Vatican News)