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Papa: a história, estudada com paixão, pode e deve ensinar muito

GIANICOLO
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"Através da história deveríamos aprender a refletir, com sabedoria e coragem, sobre os efeitos dramáticos e malignos das tantas guerras"

O Papa Francisco recebeu em audiência na manhã de sábado (12/01), no Vaticano, 60 participantes no Congresso da Associação dos Professores de História da Igreja.

Com esta audiência pontifícia, a Associação dos Professores de História da Igreja conclui seus dois dias de trabalhos que se realizaram em Roma, sobre o tema “Atividades, Pesquisa, Divulgação: a história da Igreja pós-conciliar”, por ocasião dos seus 50 anos de fundação.

Em seu discurso aos presentes, o Papa partiu do lema da Associação “história mestra de vida”, uma matéria que, infelizmente, conta com poucos alunos. Por isso, agradeceu aos docentes de História da Igreja pelo seu precioso serviço e testemunho de vida.

“Com efeito, a história, estudada com paixão, pode e deve ensinar muito, em nossos dias, tão perturbados e sedentos de verdade, paz e justiça. Através da história deveríamos aprender a refletir, com sabedoria e coragem, sobre os efeitos dramáticos e malignos das tantas guerras, que atormentaram o caminho do homem nesta Terra”.

Neste sentido, Francisco recordou que a Itália, em particular a Igreja na Itália, é rica em testemunhos do passado. Esta riqueza – disse – não deve ser um tesouro conservado apenas com zelo, mas nos deve ajudar a caminhar no presente rumo ao futuro.

“A história da Igreja na Itália representa um ponto de referência essencial para todos os que desejam entender, aprender e apreciar o passado, sem transformá-lo em um museu ou em um cemitério saudoso, mas torná-lo vivo e bem presente aos nossos olhos”.

Entretanto, como os senhores ensinam, disse o Papa, “ao centro da história há uma Palavra que não é escrita e nem vem das pesquisas humanas, mas nos é dada por Deus e é testemunhada com a vida e na vida; uma Palavra que age na história e a transforma por dentro: esta Palavra é Jesus Cristo”, que marcou e redimiu profundamente a história do homem, mudando a sucessão dos anos em “antes dele” e “depois dele”.

“A capacidade de entrever a presença de Cristo e o caminho da Igreja na história nos tornam humildes e nos livram da tentação de nos refugiarmos no passado para evitar o presente”.

Assim, o Santo Padre fez votos de que “o magistério não fácil e seu testemunho possam contribuir para contemplar Cristo, pedra angular, que atua na história e na memória da humanidade e de todas as culturas”. Que Ele lhes conceda a graça de experimentar sempre a sua presença salvadora nos acontecimentos, nos documentos e nos eventos, grandes ou pequenos.

(Vatican News)