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Em vídeo, ativista abortista tenta convencer crianças a comemorarem aborto

ativismo abortista
Captura de Tela - YouTube
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“É como uma consulta num dentista qualquer ou algo assim. Acho que é tudo parte do plano de Deus”

O site norte-americano National Review publicou em 9 de janeiro a matéria “Deixem as crianças fora disso“, da jornalista Alexandra Desanctis. A reportagem afirma que setores do movimento pró-aborto estão se tornando “terrivelmente radicais” e fazendo uso metódico de “publicidade e eufemismos para sacramentalizar o ataque à vida humana“.

O exemplo detalhado na matéria é o do grupo abortista Shout Your Abortion (“Berre o seu aborto”), que divulgou recentemente o vídeo “Crianças encontram alguém que abortou”. Trata-se de um episódio do programa infantil (!) Kids Meet, do canal Cut.com. Nele, a cofundadora do grupo, Amelia Bonow, passa 8 minutos tentando convencer algumas crianças a comemorarem com ela o que chama de “direito ao aborto”.

As crianças são o alvo da vez no projeto de tornar normal o assassinato de nascituros como simplesmente um dentre os assim denominados “direitos reprodutivos”. Ao “explicar” aos pequenos o que é um aborto, a ativista chega a dizer:

“É como uma consulta num dentista qualquer ou algo assim”.

No vídeo, Amelia Bonow questiona um menino:

“A gente quer que as pessoas simplesmente tenham todos esses bebês?”

Induzido pelo contexto e pela forma da pergunta a responder que não balançando a cabeça, ele ouve a próxima pergunta:

“Então o que a gente faz com eles?”

O menino responde com outra pergunta, revelando a índole natural de uma criança que ainda não foi contaminada pela cultura do descarte:

“Coloca para adoção?”

Amelia, porém, retruca com a conhecida ideologia pró-aborto e suas tergiversações sobre o “direito a decidir”, que ignoram propositalmente o primordial direito do nascituro à vida como se ele fizesse parte pura e simplesmente do corpo da gestante, atribuindo a esta o inexistente direito de exterminar um ser humano como se ele não fosse um ser humano em seus estágios iniciais:

“Eu me sinto como se fosse forçada a gerar vida. Perdi o direito à minha própria vida. Sou eu quem deveria decidir se o meu corpo gera uma vida”.

A dramatizada manipulação da linguagem prossegue em níveis grosseiros quando a abortista afirma que “a expressão ‘pró-vida’ é só propaganda” e que as verdadeiras pessoas pró-vida são as que defendem o aborto (!)

Uma das crianças pergunta a ela o que Deus acha do aborto. A resposta abortista não se faz de rogada em usar até mesmo Deus, em quem, via de regra, seus adeptos sequer acreditam:

“Acho que é tudo parte do plano de Deus”.

Além do espetáculo da manipulação de crianças perpetrado nesse vídeo, o mesmo grupo anunciou para este ano o lançamento de um livro infantil em defesa do aborto. Não será nenhuma novidade: recentemente, entre outros, foi lançado o livro ilustrado “A is for Activist” (“A de Ativista”), que apresenta a crianças vários conceitos (e preceitos) do autoproclamado “progressismo”, inclusive relacionados com o sexo livre.

A doutrinação de crianças chega a tal ponto que a Planned Parenthood, o maior conglomerado de clínicas abortistas do planeta, acusado até de tráfico de partes de corpos de bebês abortados, já tentou elaborar o currículo de educação sexual a ser imposto às escolas públicas dos Estados Unidos – país, aliás, em que grupos ideológicos de extrema-esquerda promovem inclusive a forçosa substituição dos pais nos casos em que crianças dão sinais do que eles chamam de “disforia de gênero”, por mais que tais conceitos sejam subjetivos e estejam gerando verdadeiras catástrofes na vida de crianças induzidas a não se identificarem com a própria realidade biológica. Veja aqui, por exemplo, o drama brutal dos gêmeos Reimer, verdadeiros mártires da insanidade da ideologia de gênero:

Apesar dos fatos reais e contra eles, a manipulação ideológica permanece à solta e sem limites. No mesmo vídeo mencionado acima, Amelia Bonow pergunta a uma adolescente se ela tem tatuagem. Em seguida, deixando transparecer literalmente de modo gráfico o nível da própria obsessão, ela mostra uma tatuagem dela mesma, feita no lado interno do seu lábio inferior: “Aborto”.

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Com informações do National Review