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Redação da Aleteia

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Como ensinar seus filhos a administrar as emoções

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Essa habilidade é muito importante para um futuro feliz e saudável

Estamos todos envolvidos na educação emocional das crianças: pais e responsáveis ​​legais, educadores, treinadores, professores. As emoções desempenham um papel fundamental (se não o mais importante) em nossas vidas. Isso vale tanto para adultos quanto para adolescentes e crianças.

Então, o que podemos fazer para que nossos filhos possam administrar suas emoções de maneira correta e saudável? Como os ensinamos a identificar, interpretar e transformar corretamente as emoções negativas e destrutivas em emoções positivas e construtivas? Compreender essas dinâmicas em nós mesmos, como adultos, é necessário se quisermos ser capazes de ensinar nossos próprios filhos a fazer isso.

O primeiro passo pode parecer bastante óbvio, e talvez até ingênuo, mas, mesmo assim, é complicado: precisamos identificar e reconhecer nossas próprias emoções corretamente.

Isso não é tão fácil. Às vezes simplesmente não sabemos exatamente como nos sentimos. Emoções podem ser confusas, e muitas vezes vêm em conjunto com outras emoções.

O discernimento de emoções é uma ciência por si só, e muitos grandes escritores espirituais (pense em Inácio de Loyola, por exemplo) escreveram extensivamente sobre o assunto. Muitas vezes é o caso de nos sentirmos ansiosos ou ameaçados quando estamos apenas impacientes, por exemplo.

Para administrar as emoções com eficácia, devemos ser capazes de identificar nossos sentimentos corretamente: precisamos conhecer as sutis diferenças que distinguem a preocupação da ansiedade, a paz da calma e a raiva da indignação.

Uma vez que começamos a desenvolver o hábito de discernimento, encontramo-nos em uma situação na qual podemos controlar melhor nossos impulsos. Isso é crucial ao lidar com as dificuldades normais da vida, tanto quanto quando celebramos as coisas indo bem.

Algumas diretrizes que podem ajudar a entender, reconhecer e gerenciar nossas emoções:

  • Estar sinceramente consciente de nossos sentimentos e emoções é a única maneira de identificá-los. A menos que chamemos honestamente as coisas pelos seus nomes, não seremos capazes de expressar nossos sentimentos corretamente.
  • Identificar a razão pela qual sentimos tais emoções é tão importante quanto identificá-las. Estamos sendo supersensíveis ou genuinamente ofendidos? Estamos sendo injustos? Isso é raiva ou é apenas uma birra?
  • As crianças aprendem principalmente observando, copiando e adotando comportamentos que encontram em outras pessoas ao seu redor, especialmente adultos. Muitas vezes, a melhor resposta que eles encontrarão para qualquer pergunta será seu próprio comportamento.
  • Observar as crianças brincando é muito importante. Na era do “pensamento mágico”, em que a fantasia ocupa um importante papel cotidiano em suas vidas, observar as crianças em suas interações criativas com os brinquedos é uma ótima maneira de entender seu mundo emocional.
  • Peça às crianças que expressem suas emoções com precisão: “Estou feliz porque…”, “Estou preocupado porque estive…”, para que possam explicar como se sentem e por quê. Ao fazer isso, podemos ajudá-las a encontrar soluções para resolver seus próprios problemas da maneira mais eficiente possível.
  • Prestar atenção à linguagem não verbal das crianças, seu tom de voz, seu olhar, também é crucial. A linguagem corporal muitas vezes nos dá pistas sobre como as crianças se sentem.

Você pode – e deve – começar a ensinar educação emocional para as crianças desde a tenra idade, para que elas possam não apenas ter uma infância mais feliz, mas também construir as bases para uma vida emocionalmente saudável no futuro. Saber reconhecer não apenas nossas próprias emoções, mas também as dos outros, e saber comunicá-las com eficácia, é fundamental.