Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.
Receba diretamente no seu email os artigos da Aleteia.
Cadastrar-se

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

Sobe para 121 número de mortos em rompimento de barragem

Compartilhar

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que ainda há 226 desaparecidos

O número de mortos no rompimento de uma barragem de resíduos de mineração da empresa Vale em Brumadinho (MG), há uma semana, subiu de 115 para 121, segundo o último balanço divulgado neste sábado (2) pelas autoridades.

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que ainda há 226 desaparecidos e que 93 corpos já foram identificados.

A tragédia deixou de luto Brumadinho, pequena cidade de 39.000 habitantes a 60 km de Belo Horizonte, quando uma barragem da mina de Córrego do Feijão se rompeu em 25 de janeiro, provocando uma maré de lama que varreu tudo o que encontrou pela frente.

Emissoras de TV divulgaram na sexta-feira uma chocante série de vídeos de câmeras de segurança que mostram o momento exato do rompimento da barragem e a tsunami de lama que desce a toda velocidade, varrendo a vegetação e as instalações da mina da Vale.

A maioria dos mortos e desaparecidos trabalhavam no local e muitos deles estavam almoçando no refeitório da empresa, uma das primeiras estruturas atingidas pela enxurrada.

As buscas, realizadas por 250 bombeiros e vários helicópteros, vão continuar por tempo indeterminado, mas se espera que o número de mortos confirmados suba lentamente devido à dificuldade de acesso a algumas localidades.

Segundo explicou à imprensa o tenente Pedro Aihara, porta-voz dos bombeiros, em alguns pontos a lama chega a 20 metros, o que torna mais complicado o trabalho de escavação.

A tragédia, cujos impactos ambientais ainda são desconhecidos, ocorre três anos depois do rompimento de outra barragem de rejeitos na mesma região em uma mina da Samarco (joint-venture da Vale e da australiana BHP).

O desastre que afetou em 2015 a cidade de Mariana deixou 19 mortos e devastou ecossistemas inteiros, tornando-se o pior desastre ambiental da história do Brasil.

(AFP)

Tags:
Brasil