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Papa Francisco: “Viagem aos Emirados foi uma ‘surpresa’ de Deus”

PIELGRZYMKA PAPIEŻA FRANCISZKA DO ZJEDNOCZONYCH EMIRATÓW ARABSKICH
VINCENZO PINTO/AFP/East News
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Ele destacou encontro com o sacerdote mais idoso do pais: 92 anos, cadeira de rodas, cego, ainda trabalhando e sempre de sorriso no rosto

Diante dos 7 mil fiéis participantes da audiência geral desta quarta-feira, 06, o Papa Francisco compartilhou os principais momentos da breve e importante viagem que acaba de fazer aos Emirados Árabes Unidos, que, em continuidade com o encontro de 2017 em Al-Azhar, no Egito, “escreveu uma nova página na história do diálogo entre cristianismo e islamismo e no compromisso de promover a paz no mundo a partir da fraternidade humana”.

Foi a primeira viagem de um Papa à Península Arábica. Além disso, ela aconteceu justamente 800 anos depois da visita de São Francisco de Assis ao Sultão al-Malik al-Kamil.

“Muitas vezes pensei em São Francisco durante esta viagem: ele me ajudou a conservar no coração o Evangelho, o amor de Jesus Cristo, enquanto eu vivia os vários momentos da visita; no meu coração estava o Evangelho de Cristo, a oração ao Pai por todos os seus filhos, especialmente pelos mais pobres, pelas vítimas da injustiça, da guerra, da miséria… A oração para que o diálogo entre cristianismo e islamismo seja um fator decisivo para a paz no mundo de hoje”.

Francisco destacou seu encontro com o sacerdote mais idoso do país: aos 92 anos, na cadeira de rodas, cego, ele continua o seu trabalho sempre de sorriso no rosto.

O Papa também ressaltou a importância do documento sobre a fraternidade humana assinado por ele e pelo Grande Imã de Al-Azhar e mencionou valores comuns aos cristãos e aos muçulmanos:

“Afirmamos juntos a vocação comum de todos os homens e mulheres a serem irmãos como filhos e filhas de Deus, condenamos todas as formas de violência, especialmente a violência revestida de motivos religiosos, e nos comprometemos a difundir valores autênticos e a paz no mundo. É possível encontrar-se, respeitar-se e dialogar entre si. Apesar da diversidade de culturas e tradições, o mundo cristão e o mundo islâmico valorizam e protegem valores comuns: vida, família, sentido religioso, honra para os idosos, educação dos jovens e outros”.

Francisco fez questão de recordar ainda os encontros com a comunidade católica local, formada na vasta maioria por imigrantes de vários países da Ásia. E resumiu:

“Queridos irmãos e irmãs, esta viagem fez parte das ‘surpresas’ de Deus”.

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Com informações do Vatican News