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A mulher que preferiu continuar cega a interromper uma gravidez

FILM
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O exemplo dela inspirou um filme

O ano era 1993. Márcia Bonfim Vieira, que tinha 15 anos na época, ficou grávida. Dois meses depois, ela foi acometida por uma cegueira provocada por uma uveíte, doença que causa inflamação nos olhos. A jovem, então, tinha uma escolha a fazer: continuar com a gravidez ou interrompê-la para fazer uma cirurgia e voltar a enxergar. 

“Eu tinha consciência que dentro de mim existia uma vida que dependia de mim para viver, e isso me deu muita força”, disse a mulher ao blog Ancoradouro. 

Márcia escolheu ser mãe, mesmo que isso lhe custasse a visão. “Em nenhum momento eu me sinto uma super mãe por conta desta decisão. Fiz o que deveria fazer”, acrescentou a mulher.

De acordo com a Márcia, todos os médicos a orientaram para que abortasse. “Eles disseram que o bebê também poderia nascer com alguma deficiência, o que dificultaria as coisas para mim por eu ser nova. Mas não achei nada complicado”, concluiu.

Vinte anos depois disso, Márcia teve outra filha: “Sou totalmente a favor da vida, viver é uma dádiva de Deus . Eu amo viver. Aprendi a enxergar o mundo de outro ângulo”, comenta a mãe-coruja, que, hoje, também é atleta paralímpica de golbol. 

Filme 

A história inspiradora de Márcia se tornou um curta-metragem produzido pela Delantero em parceria com o estúdio Polegar Opositor para o Movimento Pela Vida e Cidadania – Movida. Assista abaixo: (ou clique aqui