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Redação da Aleteia

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3 Papas nos explicam o sentido desta “Segunda-Feira do Anjo”

ANGEL
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Francisco, Bento e São João Paulo II nos falam da festa que estamos celebrando hoje

Imediatamente após o Domingo da Ressurreição, celebramos como Igreja a Segunda-Feira do Anjo, tradição originada no episódio do Evangelho em que um anjo é o primeiro anunciador, ainda no sepulcro, de que Jesus tinha ressuscitado.

Os últimos três Papas nos falaram a respeito desta festa:

Francisco

O Papa Francisco explicou em 2018:

“É chamada de Segunda-Feira do Anjo em conformidade com uma tradição muito bonita, que corresponde às fontes bíblicas sobre a Ressurreição. Os Evangelhos narram que, quando as mulheres foram ao sepulcro, o encontraram aberto. Elas temiam não poder entrar, porque o túmulo tinha sido fechado com uma grande pedra. Mas ele estava aberto; e, de lá, uma voz lhes diz que Jesus não está ali, mas ressuscitou”.

Bento XVI

Em 2009, o agora Papa Emérito Bento XVI destacou em particular a alegria desta segunda-feira, enfatizando estas palavras dedicadas pela Igreja à Santíssima Virgem:

“Alegrai-vos e exultai, Virgem Maria, aleluia, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia”.

São João Paulo II

Em 1994, o Papa polonês comentou:

“O anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que Ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis” (Mt 28, 5-7).

Dez anos depois, em 2004, na sua última Segunda-Feira do Anjo como Papa, São João Paulo II recordou:

“Que a Virgem Maria, silenciosa testemunha deste mistério, nos confirme na adesão pessoal Àquele que morreu e ressuscitou para a salvação de cada ser humano. Que ela nos seja mestra e guia na fé; nos sustente nos momentos da dúvida e da tentação; nos obtenha aquela serenidade interior que nenhum medo pode abater porque está enraizada na certeza de que Cristo ressuscitou verdadeiramente”.

Anjo na hora do júbilo, anjo também na hora da agonia

Além do anjo que anunciou o júbilo extraordinário da Ressurreição de Cristo, os Evangelhos nos contam do anjo que acompanhou Jesus durante as horas terríveis de angústia que precederam a Paixão: enquanto Jesus rezava no Horto do Getsêmani, em tamanha agonia que o Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam ao chão (cf. Lc 22, 43-44), apareceu-lhe um anjo do céu para ampará-lo.

Carl Heinrich Bloch - Domínio Público

Naquela provação inefável, Jesus reiterou perante o Pai a sua livre entrega pela nossa Redenção:

“Abbá! Pai! Tudo é possível para ti. Afasta de mim este cálice! Mas seja feito não o que eu quero, mas o que tu queres” (Mc 14, 32-36).

Sem a Paixão, afinal, não teria havido a Ressurreição.

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Com informações do Vatican News

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