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5 meses abandonada em hospital, bebê prematura é adotada por enfermeira

Captura de Tela / YouTube / Hospital Infantil Franciscano de Massachussets
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Ela venceu o drama de ter sido drogada pela mãe na gestação e tem hoje uma nova chance: a de crescer feliz, num lar amoroso!

Gisele nasceu prematura, com apenas 29 semanas, e passou cinco meses internada num hospital dos Estados Unidos sem receber qualquer visita de qualquer parente – o que incluía os seus próprios pais. Ela foi enviada ao Hospital Infantil Franciscano pelo Estado de Massachussets, a quem cabia a sua custódia desde que a bebê tinha nascido, pesando míseros 850 gramas e com síndrome de abstinência neonatal – uma consequência do vício da mãe biológica em heroína, metadona e cocaína, consumidas durante a gestação.

Durante 16 horas por dia, Gisele precisava usar um tubo de gastrostomia. Seus pequenos pulmões também requeriam cuidados permanentes e delicados.

A diretora de enfermagem do hospital, Liz Smith, sabia que Gisele tinha altíssima probabilidade de ser entregue a um orfanato. Ela fez questão de acompanhar o caso da bebê pessoalmente e com especial atenção, e, quando Gisele finalmente recebeu alta, aos 9 meses de idade, obteve do governo a guarda temporária para garantir à pequena uma qualidade de vida maior, até que alguém a adotasse.

Enquanto Liz manteve a guarda, os pais biológicos de Gisele foram localizados e começaram a visitá-la. No entanto, passados alguns meses, o Estado de Massachussets julgou-os incapazes de assumirem plenamente as responsabilidades pela filha. Foi quando Liz deu formalmente o passo que, em seu coração, já estava dado: ela solicitou a adoção definitiva da pequena guerreira.

Em 18 de outubro de 2018, Liz ouviu do juiz que, dali em diante, a mãe de Gisele era ela. As lágrimas explodiram:

“18 de outubro é o aniversário da minha avó!”

Liz Smith / Facebook

Giselle ainda precisa de um tubo de alimentação suplementar, mas, aos 2 anos de idade, a sua saúde vem progredindo notavelmente dia após dia!

O drama de uma gestação em que foi drogada pela própria mãe e dos primeiros 5 meses pós-nascimento prematuro em que ninguém a visitou deram lugar a um lar amoroso, onde a menininha cheia de energia vive hoje a chance que toda criança quer e merece: a de crescer amada e feliz!

A partir de matéria do Sempre Família

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