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Redação da Aleteia

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Quer um mundo com mais empatia? Veja por onde começar

FAMILY
Shutterstock
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Se transformarmos nossas próprias casas, poderemos transformar a sociedade

Em um mundo cada vez mais dividido, hostil e agressivo, pode ser difícil ensinar empatia. Não é suficiente conversar com nossos filhos sobre essa virtude e sobre como praticá-la. Devemos ser modelos e líderes que transformem nossas famílias, nadando contra a corrente e combatendo a aspereza de nossa sociedade com gentileza, empatia e caridade.

Costuma-se dizer que as famílias são a chave para mudar o mundo. Mas nossas famílias só podem fazer mudanças verdadeiramente duradouras e transformadoras no mundo se soubermos como tratar os outros com compaixão, tolerância e empatia.

Aqui estão algumas dicas para tornar nossas famílias mais empáticas.

NÃO É SUFICIENTE FALAR SOBRE FAZER BEM
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Nós temos que realmente fazer o bem. Nossa vida hoje é muito ocupada, e nosso tempo livre é facilmente preenchido com incontáveis ​​distrações. Consequentemente, é difícil descobrir maneiras pelas quais podemos, juntos e em família, experimentar o que significa fazer o bem aos outros.

Temos que realmente fazer um esforço para descobrir e aproveitar essas oportunidades. Fazer uma viagem missionária, participar de trabalhos humanitários, passar uma tarde servindo comida em uma entidade caritativa, participar de alguma atividade de caridade organizada por nossa paróquia ou visitar idosos e enfermos são oportunidades que podemos aproveitar como família para fazer o bem.

Tais atividades são boas em si mesmas e também são boas porque ensinam nossos filhos a fazer o mesmo no futuro. Quando experimentamos a alegria de fazer caridade juntos como uma família, isso nos traz duas vezes a alegria, e torna mais provável que nós e nossos filhos façamos isso novamente no futuro.

SUPERAR MEDOS E DIFERENÇAS
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Freqüentemente, criamos uma espécie de ambiente socialmente anti-séptico para nossos filhos, no qual eles só são expostos a pessoas que são semelhantes a eles. Temos de sair dessa bolha e ter a coragem de buscar amizades mais diversificadas, com pessoas de diferentes origens, crenças, etnias e habilidades.

Nossa família vai se beneficiar muito de sair para o mundo real e aprender a aceitar outras pessoas com suas diferenças, entendendo que há riqueza na diversidade. Precisamos conhecer outras pessoas para realmente viver juntos em harmonia e não apenas para coexistir sem conflito ativo.

MANTER O MESMO PADRÃO RESPEITOSO NAS REDES SOCIAIS
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Hoje, podemos ver terríveis manifestações de intolerância, agressão e falta de empatia nas redes sociais. As pessoas se escondem atrás de pseudônimos para expressar opiniões cheias de ódio e intolerância, levando a uma espécie de vida dupla. Nas mídias sociais, onde as pessoas se sentem seguras e muitas vezes têm algum grau de anonimato, elas dizem coisas que nunca diriam aos rostos das pessoas.

Como famílias, devemos ensinar nossos filhos que isso não é aceitável. Devemos ser a mesma pessoa na vida real e nas redes sociais. O que fazemos online, mesmo sob pseudônimo, realmente nos afeta como pessoa e afeta outras pessoas. Como pais, devemos dar o exemplo, e não ter uma identidade online que entre em conflito com a moral e crenças que afirmamos manter em nossas vidas diárias. Se nossos filhos perceberem que somos diferentes online do que na vida real, não podemos esperar que eles se comportem de maneira diferente.

SER COMPASSIVOS EM PRIMEIRO LUGAR COM QUEM NOS CERCA
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A única maneira de formar uma família verdadeiramente empática é se praticarmos o amor e a compaixão dentro das paredes de sua própria casa. Devemos nos perguntar: ajudamos uns aos outros dentro de nossa própria família? Sabemos como nos colocar no lugar de nosso cônjuge, filhos ou pais e ajudá-los mesmo quando eles não perguntam? Somos capazes de nos sacrificar e sacrificar nossos gostos para tornar a vida de outro membro da família mais fácil e agradável? Essas são questões vitais que devemos responder se quisermos que nossa família olhe para o mundo com compreensão, compaixão e amor.

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