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EUA: 56% dos adultos enfrentam dificuldades com despesas médicas

WORRIED MAN
Burlingham | Shutterstock
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A American Cancer Society adverte que esta dificuldade só deve aumentar no futuro

Um novo estudo divulgado pela American Cancer Society revela o número de adultos americanos que passam por dificuldades devido a despesas médicas: 137 milhões de pessoas. Este número é mais da metade da população adulta dos EUA.

O estudo foi publicado no Journal of General Internal Medicine. Daqueles que relataram dificuldades financeiras, o problema mais comum era o acesso a tratamentos médicos ou o atraso nos cuidados médicos devido ao custo.

Os efeitos do alto custo foram mais severos em adultos em idade de trabalhar, entre 18 e 64 anos. O resultado de tal dinâmica foi a falência financeira, altas dívidas médicas e grande estresse perante a possibilidade de ruína financeira. Aqueles que adiam o tratamento descobrem duramente que as doenças podem reduzir a produtividade e limitar a renda familiar.

Embora haja inúmeros estudos que buscam traçar a problemática financeira que o tratamento do câncer pode trazer sobre as finanças pessoais, este é um dos primeiros estudos a se concentrar na medicina de clínica geral, além da oncologia.

Para este último estudo, a equipe de pesquisa, liderada por Robin Yabroff, observou três áreas de dificuldades financeiras: material (por exemplo, problemas no pagamento de despesas médicas), psicológico (por exemplo, preocupação com contas médicas) e comportamental (por exemplo, renunciar aos cuidados médicos por causa do custo).

Usando dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2015-2017, os pesquisadores determinaram:

56% dos adultos relataram pelo menos um aspecto de dificuldade financeira médica, representando 137,1 milhões de adultos nos Estados Unidos. Em comparação com aqueles com 65 anos ou mais, os adultos de 18 a 64 anos relataram maior dificuldade financeira (28,9% vs. 15,3%), psicológica (46,9% vs. 28,4%) e comportamental (21,2% vs. 12,7%).

Entre os adultos de 18 a 64 anos, foi apontada uma correlação entre níveis mais baixos de educação e intensidade das dificuldades. Aqueles que não tinham seguro de saúde eram duas vezes mais propensos a relatar dificuldades financeiras do que aqueles com seguros públicos ou privados. As mulheres também indicaram maior probabilidade de relatar múltiplos aspectos de dificuldade em relação aos homens.

Infelizmente, esta tendência de dificuldades financeiras relacionadas a despesas médicas tende a aumentar. Em sua conclusão, os pesquisadores fizeram uma previsão sombria para o futuro dos custos médicos:

As dificuldades financeiras médicas são comuns nos EUA, especialmente em adultos com idade entre 18 e 64 anos e aqueles sem cobertura de seguro de saúde. Com a tendência de maior compartilhamento de custos com os pacientes e o aumento nos custos dos cuidados com a saúde, os riscos de dificuldades podem aumentar no futuro.

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