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Professor choca universitários ao comparar bebês em gestação com parasitas

Dylan Griswold / Twitter

Reportagem local - publicado em 07/05/19

Na apresentação “A biologia da doença”, o bebê é descrito como um câncer. Genocidas e abortistas famosos apelaram para a mesma linguagem.

A apresentação de um professor de biologia da Universidade da Califórnia em San Diego deixou estudantes chocados por comparar o desenvolvimento de um bebê em gestação com o crescimento de um câncer ou de um parasita.

O estudante de medicina Dylan Griswold compartilhou em sua conta no Twitter uma foto do momento em que o professor expôs esse conteúdo em sala de aula. A identidade do professor não foi apontada pelo aluno. A imagem, por sua vez, viralizou nas redes sociais.

https://twitter.com/DylanPGriswold/status/1121506690644365312

Segundo Dylan, o título da apresentação em questão era “A biologia da doença”. Ela descreve o bebê em gestação como “um legítimo parasita”, que, assim como um câncer, cresce rapidamente, invadindo e manipulando a imunidade da mãe.

Tal retórica lembra fortemente a de Margaret Sanger, fundadora do conglomerado internacional de clínicas abortistas Planned Parenthood, já envolvido em escândalos como o tráfico de partes de fetos abortados.




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Estarrecedor açougue humano: maior conglomerado abortista dos EUA vende órgãos de fetos assassinados

Sanger também usava termos pejorativos ao se referir a certos grupos humanos, defendendo a esterilização e segregação de minorias, doentes e deficientes. Ela chegou a palestrar para membros da Ku Klux Klan. Em seu livro “The Pivot of Civilization“, Sanger escreve explicitamente:

“Eles são (…) ervas daninhas em formas humanas, reprodutores imprudentes, áreas de desova (…), seres humanos que jamais deveriam ter nascido”.

Não à toa, o modo de expressão do professor de biologia da UC em San Diego foi comparado, por usuários do Twitter, ao do líder nazista Adolf Hitler, que também se referiu a grupos humanos como “parasitas” em seu livro “Mein Kampf”.

A proposta, no fim das contas, é a mesma: validar a aceitação do assassinato de seres humanos ao fomentar a negação, precisamente, da sua condição humana.

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A partir de matéria do Life News

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