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O Hospital do Papa recebe 4 crianças da Venezuela para tratá-las de câncer

BAMBINO GESÚ
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Instituição vaticana, o Bambino Gesù é o maior hospital e centro de pesquisa pediátrica da Europa inteira

O Hospital Bambino Gesù recebeu em Roma três adolescentes de 13 a 17 anos e uma menina de 10, todos venezuelanos e em tratamento de câncer, para passarem por avaliação médica no seu Departamento de Emergência. Três dos pacientes foram internados no centro médico e um numa casa dedicada a pacientes estrangeiros cujo tratamento é de longa duração.

Conhecido mundialmente como “o hospital do Papa“, o Bambino Gesù é nada menos que o maior hospital e centro de pesquisa pediátrica da Europa inteira.

Um hospital respeitado em todo o mundo

Recentemente, a entidade vaticana foi manchete internacional por ter conseguido separar gêmeas siamesas cujo grave caso era considerado “perdido”, confirmando o nível de excelência que faz do Bambino Gesù uma das melhores instituições pediátricas do mundo.

Leia também: Hospital Bambino Gesù consegue separar siamesas consideradas “caso perdido”

 

O hospital também esteve em destaque mundial no ano passado por ter-se oferecido para tratar gratuitamente o bebê inglês Alfie Evans, condenado à eutanásia forçada pela assim chamada “justiça” britânica – à revelia dos próprios pais, que insistiam em tentar novos tratamentos para o bebê desenganado por médicos da Inglaterra. Indignantemente, o pequeno Alfie acabou sendo morto por determinação judicial, tendo os seus aparelhos de suporte vital desligados de modo intransigente com base numa legislação que tem a empáfia de se apresentar como baseada “no melhor interesse” dos pacientes.

Leia também: Diretora do Hospital Bambino Gesù: “Papa pediu o possível e o impossível por Alfie”

 

Saiba mais sobre a história e as especialidades desta importantíssima instituição católica e humanitária neste artigo recomendado:

Leia também: O “hospital do Papa” que atende 1,5 milhão de crianças por ano

 

Os pacientes venezuelanos

Os menores recém-chegados ao hospital do Vaticano partiram de Caracas nesta terça-feira, 21, e chegaram a Roma na quarta, com visto médico emitido pela embaixada italiana na Venezuela. Eles viajaram acompanhados pelos pais e por enfermeiros da Cruz Vermelha.

A Venezuela na UTI

O país sul-americano vive uma prolongada catástrofe humanitária provocada pela ditadura de Nicolás Maduro, herdeira do regime de Hugo Chávez e causadora de uma crise política, econômica e social sem precedentes no país que, há poucas décadas, já foi o mais rico da região.

Com o colapso do sistema de saúde e a permanente falta de remédios, muitas crianças têm morrido nos hospitais venezuelanos também por causa de infecções decorrentes da falta de higiene, segundo denúncia da ONU por meio da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Até a desnutrição tem levado a numerosas mortes de menores em hospitais da Venezuela, que ainda enfrenta a diminuição do número de médicos e de outros profissionais da saúde.

O regime de Maduro já chegou até mesmo a confiscar uma doação de remédios da Cáritas, a rede mundial de caridade cristã e ação humanitária do Vaticano.

Leia também: Governo de Nicolás Maduro confisca doação de remédios à Cáritas da Venezuela

 

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