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Santuário de Schoenstatt em São Paulo celebra 50 anos com título arquidiocesano

Padres de Schoenstatt
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“Os santuários são lugares propícios para o encontro com Deus, a manifestação de Sua presença entre os homens e para a ação de graças por bênçãos alcançadas”

Para celebrar os 50 anos do Santuário de Schoenstatt em São Paulo, a Santa Missa do último domingo, 2 de junho, foi presidida no local pelo cardeal arcebispo dom Odilo Pedro Scherer e concelebrada por dom Devair Araújo da Fonseca, bispo auxiliar da arquidiocese para a região da Brasilândia, bem como pelos Padres de Schoenstatt no Brasil, Paraguai e Chile, incluída a presença do superior geral da congregação, pe. Juan Pablo Catoggio, do assistente geral, pe. Antonio Bracht, e do superior para o Brasil, pe. José Fernando Bonini.

O santuário, dedicado à Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt e localizado no bairro paulistano do Jaraguá, foi abençoado em 1969 pelo cardeal Agnelo Rossi, arcebispo de São Paulo na época. Os santuários de Schoenstatt, conhecidos por adotarem todos a mesma planta, nasceram da inspiração do pe. José Kentenich, fundador da Obra Apostólica de Schoenstatt.

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Após a concelebração eucarística, foi lido para os fiéis presentes o decreto assinado por dom Odilo que eleva o Santuário de Schoenstatt no Jaraguá ao grau de arquidiocesano.

O decreto recorda:

“Desde os tempos bíblicos, [os santuários] são lugares propícios para o encontro com Deus, a manifestação de Sua presença e ação misericordiosa entre os homens e para a ação de graças por bênçãos alcançadas”. No cristianismo, “os santuários possuem um valor simbólico especial, como lugares de anúncio do Evangelho, do reino de Deus e do testemunho da Fé em Jesus Cristo salvador”.

Dom Odilo evocou também, em seu texto, as palavras escritas pelo Papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium:

“Nos Santuários Marianos, a Bem-Aventurada Virgem Maria acolhe os filhos peregrinos que, muitas vezes, com grandes sacrifícios, vêm para vê-la e se deixam olhar por ela. Junto dela encontram a força de Deus para suportar os sofrimentos e as fadigas da vida”.

O decreto prossegue:

“Determinamos que, neste Santuário, para fortalecer a Fé e a piedade dos peregrinos, sejam promovidos o aprofundamento da Fé Católica, a proclamação abundante da palavra de Deus, a vida litúrgica, principalmente por meio da celebração da Eucaristia e a devoção à Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja”.

Por fim, dom Odilo destaca:

“O Santuário comemora 50 anos de história; é um jubileu de ouro. Jubileu é sempre tempo de graças, tempo de Deus, que certamente reservou graças especiais para muitos que aqui recorrem às intercessões da Virgem Maria, que procuram consolo, conforto, luz e aconchego junto da Mãe de Cristo, Mãe da Igreja, nossa Mãe”.

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Com informações da Gaudium Press

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