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Dono do Facebook se orgulha de bloquear anúncios pró-vida para facilitar aborto

AP/EAST NEWS
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A censura contra ativistas pró-vida na rede social ajudou a aprovação do aborto na Irlanda em 2018

Mark Zuckerberg, dono e executivo-chefe do Facebook, demonstrou orgulho pela atuação da sua empresa ao não permitir na Irlanda a exibição de anúncios pró-vida feitos por grupos norte-americanos durante os preparativos do referendo que viria a legalizar o aborto na ilha europeia, em 2018.

As palavras do executivo repercutiram em veículos da imprensa irlandesa e mundial, gerando particular indignação, é claro, em sites pró-vida.

Leia também: 95% dos médicos da Irlanda se negam a praticar abortos

Leia também: Mãe da vocalista dos Cranberries: “Dolores era contra o aborto na Irlanda”

Durante o Aspen Ideas Festival, evento realizado no último junho, Zuckerberg declarou que os países deveriam policiar os tipos de publicidade permitidas na mídia social. Nesse contexto, ele relatou que o Facebook procurou o governo irlandês para informar que ativistas pró-vida dos Estados Unidos estavam apoiando o “não ao aborto” na Irlanda – como se isto fosse algum crime e como se os ativistas pró-aborto não estivessem fazendo exatamente a mesma coisa em defesa da sua pauta abortista.

Vozes pró-vida: sistematicamente abafadas

Lila Rose, fundadora da plataforma LiveAction, engajada na defesa da vida humana desde a concepção, respondeu com um vídeo no Twitter às afirmações de Zuckerberg e denunciou vários casos de enviesamento ideológico do Facebook e do Twitter em prol do aborto. Ela recorda, por exemplo, que Sheryl Sandberg, uma das altas executivas da rede social de Zuckerberg, doou 2 milhões de dólares ao conglomerado internacional de clínicas abortistas Planned Parenthood, acusado até mesmo de tráfico de partes do corpo de bebês abortados.

Leia também: Estarrecedor açougue humano: maior conglomerado abortista dos EUA vende órgãos de fetos assassinados

Enquanto isso, Lila Rose, segundo ela própria, está suspensa do Facebook e do YouTube, além de banida do Pinterest e com acesso impedido à publicação de anúncios no Twitter, ao passo que anúncios abortistas estão sendo livremente permitidos.

É chamativo e preocupante que executivos de grandes multinacionais da mídia, tanto digital quanto tradicional, demonstrem cada vez mais abertamente a sua propensão a censurar as liberdades de expressão de modo a privilegiar as suas próprias ideologias – e que, hipocritamente, o façam alegando precisamente a suposta defesa da “liberdade de expressão” de todos.

De que adianta visitarem sorridentemente o Papa Francisco?

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