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Pedidos que toda mamãe e todo papai gostariam de ouvir

BEDTIME
Rido | Shutterstock
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Os pais sempre são gratos às pessoas que se preocupam em proporcionar algum tempo de lazer aos seus filhos, mas sempre é bom consultá-los antes de tomar qualquer decisão

Quando se tem um bebê ou uma criança menor de cinco anos, é muito frequente que pessoas mais próximas dos pais se sintam à vontade para pegá-las no colo e interagir livremente. Tal liberdade, às vezes, é um alívio para o pai ou a mãe, afinal são alguns minutos de descanso quando a criança aceita ir para os braços de um tio, madrinha, avô etc.

Por outro lado, essa sensação de tranquilidade pode durar pouco quando o familiar ou amigo em questão se esquece de que os pais devem ser consultados em relação a coisas aparentemente simples, mas que podem trazer certo incômodo, principalmente às mamães mais preocupadas.

Elencamos aqui alguns pontos que poderão ajudar tios, padrinhos e até vovôs e vovós a compreender o porquê, muitas vezes, os pais demonstram certo desconforto quando vêem seus filhos em determinadas situações. Essas dicas podem parecer exagero para alguns, mas certamente muitos pais irão concordar com os pontos aqui levantados.

1
Posso pegar no colo?

 

Essa é a mais improvável das perguntas, mas o fato é que não existe nada mais desagradável do que pegar seu filho nos braços e ele estar literalmente exalando o perfume de quem estava com ele no colo antes. Pois bem, essa parece ser uma questão totalmente descabida, principalmente quando se trata de um familiar muito próximo ou um amigo muito íntimo, mas a grande questão é que é o pai ou a mãe quem normalmente oferece a criança para que o outro a pegue. Se isso não ocorrer espontaneamente, é porque os pais não se sentem à vontade com tal situação.

Lógico que, se você pede para segurar a criança, raramente irá ouvir um não, mesmo que esse fosse o desejo da mãe. E, para esclarecer melhor, eis algumas outras razões que causam desconforto nos pais – especialmente quando se trata de recém-nascidos: a pessoa está com cheiro forte de cigarro ou bebida alcoólica, possui tom de voz alto, está suada ou transpirando muito, não fez a higienização das mãos ou, até mesmo, não mostra muito jeito com criança e nem transmite segurança aos pais.

2
Posso oferecer-lhe isso?

Quando se trata de rotina alimentar, alguns pais seguem à risca as recomendações passadas pelo pediatra ou nutrólogo e, na prática, isso quer dizer que a criança – principalmente se for menor de dois anos – ainda não consome alimentos que levam açúcar (como bolos e doces em geral) e, também, nunca experimentou refrigerantes, bebidas adoçadas, sorvetes, batatas fritas, pipoca, salgadinhos ou comidas do tipo fast food.

Sendo o bebê extremamente curioso, principalmente em relação ao que o adulto coloca na boca, é muito comum que pessoas que não convivem com ele e desconhecem as regras dos pais, queiram dar-lhe comida. Sendo assim, basta usar o bom senso e perguntar se o alimento em questão pode ser oferecido à criança, pois, por mais inofensivo que ele pareça, pode ser que os pais acreditem que ainda não se trata da hora certa de ser oferecido ao filho.

3
Posso distraí-lo com meu celular?

Por mais comum que seja ver bebês frente às telas, principalmente em restaurantes, ainda existem pais que resistem à ideia de distrair os filhos com smartphones e tablets. Sendo assim, se você gosta de interagir com crianças mostrando desenhos, jogos e aplicativos infantis, é conveniente consultar um dos pais antes de apresentar um eletrônico à criança. E, caso o pai ou a mãe não se oponha, lembre-se de colocar o aparelho em volume adequado, pois sons muito altos costumam incomodar as crianças, deixando-as irritadas.

4
Ele pode assistir TV?

As mesmas razões do tópico anterior se justificam aqui, com o adendo de que muitas vezes o que incomoda os pais não é o fato do filho assistir TV, mas sim do que é mostrado nela, como programas de TV e filmes que mostram brigas, discussões e cenas de violência. O mesmo vale para jogos de videogames que envolvem perseguições, batalhas e lutas. Dessa maneira, se todos estão em uma grande reunião de família onde parte das pessoas se distraem com a TV, vale a pena consultar um dos pais se a criança pode ser mantida naquele ambiente.

5
Posso levá-lo ao parque?

Os pais sempre são gratos às pessoas que se preocupam em proporcionar alguns minutos ou horas de lazer aos seus filhos, mas, para que tudo transcorra da melhor maneira possível, sempre é bom consultá-los antes de tomar qualquer decisão. Caso queira levar a criança à pracinha, parque de diversões, shoppings ou até mesmo para uma volta no quarteirão, pergunte ao pai e à mãe se eles estão de acordo e ouça atentamente suas recomendações. Há pequenos que saem correndo logo que se veem em espaço aberto, tocam todos os cães que encontram pela frente, colocam na boca coisas que encontram no chão, mordem outras crianças e brigam por brinquedos do parquinho… enfim, dependendo do infante, há uma infinidade de precauções que deverão ser tomadas, então é bom sempre ouvir a voz da experiência e agir com responsabilidade.

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