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Um amor que cura

MIŁOŚC
Cristian Newman/Unsplash | CC0
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Sim, ele existe! Mas em meio ao caos você não vai percebê-lo

Hoje resolvi escrever sobre o amor. Após tantos textos sobre amores que muitas vezes nos destroem, hoje escrevo sobre amores que nos curam.
Todos nós já passamos por momentos difíceis em nossas vidas. Momentos que fizeram com que nos fechássemos e que perdêssemos a doçura, os sonhos e todos os sentimentos que deveriam fazer com que transbordássemos. Muitas vezes, em meio ao caos, é muito difícil percebermos que um dia teremos a graça e o privilégio de conhecer alguém que nos proporcionará um amor que cura.
Após muitas orações feitas de joelhos por mim a Deus, pedindo a Ele a graça de um amor doce e simples, eu o conheci.
E o conheci de uma forma extremamente diferente e especial. Aos poucos, fui percebendo o quanto ele representava tudo o que eu havia pedido a Deus em minhas orações e o quanto Deus o colocou em minha vida para que ele fosse o meu amor em forma de cura.
Muitas vezes, esse amor precisou arrombar a porta do meu coração – às vezes trancada a sete chaves – para visualizar toda a bagunça e resquícios da minha história que ainda estavam ali. E haja coragem! Afinal, tudo era cinza e escuro dentro do meu peito. Contudo, mesmo tudo estando cinza, ele foi corajoso o suficiente para, em meio à escuridão, trazer luz e brilho para aquele lugar que era frio, seco e cinza. Logo, percebi que era amor.
Mas Talita, quando você percebeu que era amor?
Percebi que era amor quando tive a coragem de me desnudar por inteira a ele, com todas as minhas cicatrizes, ao ponto de perceber que ele seria o único que poderia ser o meu cobertor. Percebi que era amor quando ele teve a coragem e a doçura de ir até a raiz das minhas maiores dores e enfrentá-las comigo. Percebi que era amor quando me tornei uma pessoa melhor por causa dele.
Tenho aprendido que amar implica abrir malas, sentimentos, fraquezas, medos e angústias. Não apenas de sorrisos e promessas de eternidade. Até porque, para chegar ao eterno, precisamos dos pequenos passos de hoje.
As únicas coisas que devem ser abandonadas são as autoimagens maquiadas, as expectativas infantis acerca de amores perfeitos e as frases de efeito – que só funcionam em livros de romance.
Amar é ser cobertor quando o outro desnuda as suas fragilidades diante de nós. É sentir o quando as angústias dele também falam sobre os receios dela. O quanto a torcida dela encoraja as conquistas dele.
Aprendi com ele que amar, acima de tudo, é saber que devemos ser singulares em alguns momentos e plurais em outros: “Nós vamos passar por isso juntos!”.
Obrigada por isso, meu amor.
Lembrem-se sempre: quando estamos dispostos a viver a pluralidade, automaticamente damos espaço à cura que só um amor enviado por Deus pode nos trazer.
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