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Livro “Abortos Forçados” põe narrativas abortistas em xeque

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Em países com aborto legalizado, aumenta a pressão social e a coação de terceiros para que as mulheres cometam esse ato

A editora brasileira Estudos Nacionais lançou o livro “Abortos Forçados: como a Legalização do Aborto tira das Mulheres seus Direitos Reprodutivos“, que, logo em seu título, desafia diretamente as alegações dos ativistas pró-aborto que apelam para a ideia de “direitos sexuais e reprodutivos” para “justificar” o extermínio de bebês em gestação.

A obra de 106 páginas é técnica e específica, mas de fácil leitura também para leigos.

Marlon Derosa e a doutora Lenise Garcia, autores do livro, sintetizam nele as principais pesquisas acadêmicas e estatísticas sociais sobre abortos forçados no Brasil e no mundo, além de depoimentos de mulheres que foram pressionadas a abortar.

A poderosa afirmação do subtítulo, de que a legalização do aborto em realidade tira das mulheres seus direitos reprodutivos em vez de garanti-los, se alicerça em pesquisas internacionais que mostram que mais da metade das mulheres que abortaram foram pressionadas socialmente ou coagidas por alguém para fazê-lo. A obra demonstra que esse quadro, em países nos quais o aborto foi legalizado, é mais dramático do que no Brasil, por exemplo, em decorrência da banalização da vida intrauterina: cresce nesses contextos o desrespeito pelo direito da criança à vida e pelo direito da mulher a levar sua gestação adiante.

Informações sobre o livro e como adquiri-lo estão disponíveis no site da editora. Aleteia não recebe qualquer comissão ou remuneração por divulgá-lo: nós o fazemos porque o debate em defesa da vida precisa de mais informação objetiva, sonegada por grande parte da mídia engajada com a causa abortista.

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Com informações de Estudos Nacionais

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