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Na hora da aridez espiritual, “um Pai-nosso muito lentamente”…

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O que Santa Teresinha do Menino Jesus fazia quando a sua mente se dissipava na hora da oração

A oração cristã vai muito além das palavras. Ela envolve, é claro, conversar com Deus, ouvi-Lo, falar-Lhe, mas também envolve apenas contemplá-Lo em silêncio…

A oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, é um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria“, dizia Santa Teresinha do Menino Jesus.

Mesmo assim, as palavras são de enorme relevância no rezar. A palavra faz parte indissociável da liturgia, da oração da comunidade cristã, do próprio aprendizado espiritual de cada fiel. E a palavra orada também é um apoio quando Deus nos permite nada sentir: quando somos tomados pela aridez espiritual, pelas sombras da noite da alma.

Foi a este propósito que a mesma Santa Teresinha do Menino Jesus, já no auge da sua vida espiritual, compartilhou a seguinte e talvez surpreendente confidência sobre o valor da oração com palavras quando a mente está dispersa:

“Vez por outra, quando a minha mente está em tão grande aridez que me é impossível extrair um pensamento para me unir a Deus, recito muito lentamente um Pai-nosso e a saudação angélica; então, essas orações me encantam, alimentam minha alma muito mas do que se as tivesse recitado precipitadamente um centena de vezes” (extrato do Manuscrito C, em “Obras Completas: Textos e Últimas Palavras”, tradução ao português pelo Carmelo de Cotia, 2.ª ed., São Paulo: Loyola, 2001, p. 250).

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