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Como Nossa Senhora apareceu ao futuro pe. Kolbe quando ele era criança

ŚWIĘTY MAKSYMILIAN KOLBE
MONKPRESS/East News
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Ela trazia nas mãos uma coroa vermelha e outra branca: e cada uma significava algo crucial na vida do futuro santo sacerdote mártir

O pe. Maximiliano Kolbe, conhecido como o mártir da caridade, foi um franciscano que ofereceu a própria vida a fim de salvar um pai de família no campo de concentração nazista de Auschwitz. Em decorrência do seu gesto heroico, ele foi levado ao famigerado Bloco 14 do complexo de horrores, onde deveria ficar à míngua até morrer de fome. Resistente, porém, o sacerdote aguentou mais de duas semanas, o que “forçou” os assassinos nazistas a lhe aplicarem uma injeção letal. O pe. Maximiliano Kolbe foi martirizado em 14 de agosto de 1941, sendo cremado no dia seguinte, festa da Assunção de Nossa Senhora aos Céus.

Seu vínculo filial com Maria era uma das suas mais marcantes e profundas características desde a infância.

Certo dia, quando ele era criança, sua mãe notou que o menino tinha mudado de atitude após ter-lhe dado uma repreensão por conta de uma travessura. Ela também observou que, com frequência, o pequeno rezava chorando diante de um altar. Maximiliano então relatou:

“Mamãe, quando a senhora me perguntou o que é que ia ser de mim, eu rezei muito a Nossa Senhora para Ela me dizer o que seria de mim. Depois, fui à igreja e rezei de novo. Então ela me apareceu, com duas coroas nas mãos, uma branca e outra vermelha. A branca significava que eu iria perseverar na pureza; a vermelha, que eu iria ser mártir. Eu respondi que queria as duas. Então Nossa Senhora olhou com doçura para mim e desapareceu”.

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